Mulher nota 9
26 Oct, 2007 Eu, Opinião, Papo cabeça
Eu e as meninas do Scrapblog temos um fórum ontem trocamos (na maioria das vezes) idéias sobre Scrapbooking ou o que vai ser publicado no nosso site. Mas, como em todo lugar onde várias mulheres estão reunidas, vez ou outra surge uma discussão interessante que gera um papo muito legal, reflexão e troca de experiências.
Essa semana, a Calabresi levantou o assunto da culpa (nossa velha amiga!) e de como ela se cobra muito, querendo dar a maior atenção possível pra Laurinha. Por outro lado, também tem vontade de curtir as coisas dela, ter um tempinho pro seu hobby, pra cuidar de si própria, marido… Se identificou com alguma coisa? Nós também! ;c)
Depois de trocarmos vários posts sobre isso, eis que a mãe dela clareia as discussões com um comentário deixado lá no Colorida Vida que, acredito eu, vai ser útil para todas nós que passamos por aqui. —— (Pausa para você ler o comentário). rs —— Viram que essa história de culpa não está com nada? Muito menos esse papo brabo de abdicar de tudo pelos filhos ou abrir mão de um tempinho a sós com o marido ou no salão pra fazer as unhas e o cabelo? Antes de sermos mães, já éramos mulheres. Quando você saiu da maternidade se lembra de ter deixado alguém pra trás? Pois eu não deixei! ;c)
Sou sempre a que levanta a bandeira do equilíbrio, o meio-termo. Se eu consigo isso? Muitas vezes não. Mas estou sempre tentando. É claro que também sinto culpa, às vezes me acho uma mãe de meia-tigela, acho que podia ficar mais tempo com o Rafa, ou então dar mais atenção pra Júlia, ficar menos tempo no computador fazendo scraps (menos?! Socoorro!). Mas, na maioria das vezes, tento manter a sanidade e não me transformar em uma pessoa que vive para os filhos e esqueceu que tem vida própria. Equilíbrio, Michelle, equilíbrio.
Nesse looongo papo, eis que a Carlinha nos envia um texto da Martha Medeiros publicado esse mês na Revista Cláudia. Chama-se Mulher nota 9 e cai como uma luva nesse momento. —- (Outra pausa pra você ler, mas lê rapidinho, ele é longo) Ele fala do tempo. Esse mesmo que a gente vive reclamando que não tem. E também do mau uso que muitas vezes fazemos dele. Dessas cobranças insanas, dessa eterna competição e necessidade que a mulher tem de ser absolutamente perfeita em tudo. Cansativo isso! rs
Eu tentei me avaliar e, acho, não entro de gaiata nessa loucura, não. Como já disse, tenho meus momentos, mas, na maioria das vezes, me permito ser humana. Comercial de margarina passa longe… Abro mão de qualquer troféu de “mãe perfeitinha do ano” em troca de alguns minutos de silêncio no domingo à tarde pra ler um livro, ou uma tarde de brincadeiras sem frescuras, com as crianças todas sujismundas ao meu lado, comendo sopa de potinho ou biscoito “Grobo”. Peço ajuda, delego sempre que possível, tudo isso pra sobrar mais tempo pro que realmente importa pra mim: ter tempo de qualidade ao lado dos meus filhos e do meu marido. Acompanhar o crescimentos das crianças, cuidar para que eles saibam que sempre poderão contar seus pais, conversar, apoiar, ser amiga, companheira. Como disse a Mi, uma boa mãe é uma mãe feliz. Já ouviram uma frase melhor do que essa?
Apesar de nunca ter conseguido resumir esse pensamento de uma forma tão perfeita, é dessa forma que tenho me guiado nesses três últimos anos como mãe. Justamente por isso nunca deixei a falta de tempo ser desculpa para eu não conseguir sair só com o Dani (apesar da freqüência ainda não estar como gostaríamos), fazer a unha ou cuidar do cabelo, ir à ginástica, fazer meus scraps, escrever no blog ou sair com as amigas. Se é o que me faz feliz, porque abrir mão disso? Só assim me sinto bem para dar o meu melhor para os meus filhos. Quero ser a melhor mãe possível para eles, e essa é a minha fórmula. Qual é a sua?
PS: Por falar em tempo só pro marido, ontem à noite fomos ao Teatro Municipal assistir “The Great Voices of Gospel”, um dos melhores corais de música gospel do mundo, da igreja nova-iorquina Convent Avenue Baptist, no Harlem. De arrepiar! Que vozes são aquelas?








Oi Mic, já ia te ligar quando vejo que vc postou que ontem foi ao Teatro Municipal com o marido, tua viagem para POA foi cancelada?
Bjs
Chris
Ei Mic!!
por encrivel que pareça a minutos antes de ler seu blog estava em prantos de choro, pois tenho 21 anos e me dedico inteiramente aos meus avós,desde que me separei a dois anos, não é o caso de de muitas de vocês que são mães, mas mo que vem agora e se dedicar por inteiro e achar que ainda é pouco, dedico o maximo que posso aos meus avós, do remedio na boca,levo ao médico, já fiquei 15 dias e 15 noites dentro de um hospital com minha avó sem ve a cara da rua, mês passado fiquei com meu avô cinco dias no hospital pois teve um ataque esquemico transitorio e etc por eles.
Ontem estava muito chateada pois tive que levar meu avô no hospital pois não estava se sentido bem e ele tava com uma carinha tão piedosa de que num vai demorar a me deixar e num consigo pensar nisto sem choro, pois acho que o que faço por eles e acho que ainda é pouco pois do me vida por eles se presiço.
Hoje venho agradecer suas palavras que me serviram de conforto, em saber que ninguém é eterno mas o que temos que fazer, fazemos em vida , nunca se cupar por tempo que tem ou deixou de ter ao lado deles.
um grande Beijo
e muito mais muito obrigado
Nossa Graciane me emocionei com o seu recado… muito lindo o que você faz pelos seus avós… isso sim que é amor.
Milene o que faço ainda é pouco
A esqueci de falar acho que você e um ajim que sempre vem dar conforto quando presisamos rsrs
beijos
Mí,
que dicas preciosíssimas… ainda mais pra quem como eu ainda nem se sente mãe direito, já que só tenho 5 semaninhas de gestação!
Uma pena que teu evento não rolou, mas vamos ao tópico de hoje, mulher nota 9…bem, no meu caso, não digo que vivo 100% do meu tempo para meus filhos, até porque trabalho fora e eles ficam na escolinha, mas posso dizer que desde que eles nasceram minha rotina mudou e MUITO, mas meu caso é meio diferente, pois tive trigemeos, não tenho babá, tenho apenas uma empregada que tb me ajuda com o banho, portanto eu e maridão não temos muito tempo para nós, vivemos em função deles, dos horários deles, mas sinto falta de sair para comer uma pizza e tomar uma cervejinha de vez em quando, desde que eles nasceram posso contar nos dedos de uma mão as noites que saímos sozinhos, mas depois que eles dormem tratamos de namorar e conversar bastante, pelo menos até um deles resolver pedir mamadeira….rsrsr
Chris, você não vale, três de uma vez merece um estudo prolongado de especialistas em administração do tempo! eheheh
Chris… eu sei que o seu tempo é escasso…mas faz um blog para aquele trio lindo! Não sei o que acontece, não consigo postar no teu fotoblog. Eles estão cada dia mais lindos!!!Beijos..Lu.
Acho que mais umas duas semanas e o blog estará no ar mostrando as peripécias deste trio danadinho…rsrsr
Lu manda beijos para o Le e a Ale, ok? espero até hoje a foto que ele ficou de mandar…rsrs
Beijocas
Sim, é preciso equilibrar, mas o bichinho da culpa é implantado na nossa cabeça lá na maternidade mesmo. Não sei como eles fazem, mas deve ser rápido, pq eu nem vi, hehehehe…
Depois de 2 anos e meio grudada no filho todos os dias (sendo que no último ano eu fiquei em tempo integral), eu tou fazendo lobby com o marido por umas férias sem criança. Quatro dias a cada 2 anos e meio não é pedir muito, é? Só que o homi não quer. Não tá entendendo…
Eu tb sinto culpa quando sento aqui e deixo o Lucas brincando sozinho, quando ele chama e eu falo “espera um pouquinho” pra eu terminar de ler alguma coisa. No meu caso a culpa se agrava pq ele só brinca comigo, não tem muita criança por aqui pra fazer companhia. Me sinto na obrigação de brincar com ele. Ainda assim concordo que tenho o direito de fazer minhas coisas, nem que tenha que brigar por elas.
Seguindo o mantra mothern: culpa não, culpa não, culpa não!
Beijo, bom fim de semana!
Mic,
Vc falou tudo, o texto da Revista Claudia é fantástico, super verdadeiro, adorei!
Eu não vou negar que tenho meus momentos de culpa, tenho sim, mas são raros. Não me cobro demais não… amo ler, assistir séries e arranjo um tempo pra fazer isso e também dar atenção pra minha filhota. Saio com meu marido, fazemos os programas que gostamos e procuro sempre deixa-la na casa da minha mãe, que são apaixonadas uma pela outra e fica lá sendo paparicada e bricando com o primo e eu, mais tranquila pra ter meu tempo sem culpas.
Como vc disse, passo o troféu de mãe do ano, se bem que me acho uma excelente mãe, como disse bem seu texto, boa mãe é uma mãe feliz! E é isso que eu tento ser!
Bjs,
Carla.
Carla, devemos essa forma de ser às nossas mães, né? Elas nos criaram assim, foram um exemplo. Minha mãe sempre trabalhou, mas não me lembro de, em momento algum, me sentir abandonada ou jogada pra segundo plano por isso. Pelo contrário! ;c)
Hoje é sempre a ela que eu recorro quando preciso de uma ajudinha com a criançada. Ontem mesmo, fiquei com pena do Rafinha e da Juju ficarem sozinhos com a Beth esperando a gente, já que fomos ao teatro, e pedi pra ela ir lá brincar com eles. Cheguei em casa tinha bolinha de sabão pra todo lado! ehehhe
bjs
Mic, sensacional o seu post de hoje! Mãe, realmente, se culpa por tudo… Eu procuro, assim como vc, tentar arrumar tempo para fazer coisas que me dão prazer, faço pilates na hora do almoço, unha no almoço e vira e mexe deixo o meu filho, Guilherme, de 1 no e 5 meses, na casa da minha mãe para sair com meu marido ou vijar (fui até para buenos aires agora, 4 dias!!!). Não sinto culpa, ele está sendo cuidado e amado pela vovó… Por outro lado, está demorando para andar, até dá uns passinhos, mas tem muito medo e não deslanchou, já fui a neuro, e ele não tem problema nenhum, só é muito esperto e sabe que tem mais atenção sendo bebezinho, mas mesmo assim me culpo achando que fiz algo errado… Mãe é um bicho esquisito, não? Beijos, Anna
Olha só!
Te inspirei, foi? Adorei o post, Mic… vou até falar pra minha mãe dar uma passada aqui…
Bjs!!
Ana, sério, tua mãe virou minha ídala! rs Nosso fórum no Scrapblog é praticamente uma terapia coletiva, não acha?
Com certeza! Ó… a mãe até comentou aí embaixo!
concordo com tudo ,mas muitas (e muitas vezes a culpa toda conta) e o equilíbrio vai prás cucuias…mas sei que nosso filhos podem ser felizes - tendo mães felizes..
Bom, encontrar mulheres como você, ERA raro…A revolução que vc tem feito em nossas mentes, tem nos ajudado e muito (experiência própria..) Mudei meu modo de ver a vida…e ajudo outras pessoas a verem também…que tudo é possível…MAS…Eu não havia encontrado o “x” da questão …sempre achava que havíamos conquistado demais o mundo masculino…quando na verdade apenas precisamos nos organizar e aproveitar o espaço/tempo que conquistamos….
Vale a pena entrar aqui uns 10 minutinhos e aprender com você…
Valeu mesmo….
Se me permite…vou indicar o seu blog…para algumas amigas….”culpadas”…pra ver se a pena diminui um pouco.
Grande beijo …. nas crianças também..
Fernanda - Arujá/SP
Mic, eu sou assim. Fazer uma escovinha básica e uma massagem de vez em quando só vai me fazer mais leve e feliz. A minha criançada dorme cedo e depois eu “entro” no computador. às vezes, à noite, deito na caminha deles só pra curtir mais um pouco. O fato é que eu estou me sentindo bem e eles estão ótimos. Talvez, se eu estivesse em casa reclamando da poeira, da bagunça, eu não estivesse tão presente. Mas a mãe da Ana é uma sábia, hein?! Que sorte ela teve de ter uma mãe tão lúcida. E eu acho que você está super dando conta do recado. beijoca.
É, Vivi, precisamos aprender com elas, porque daqui a pouco chega a nossa vez de ver os filhos crescerem… e aí? Como vamos querer estar nesse momento? Eu prefiro ser uma mãe cocota cheia de projetos e ocupação do que uma mãe cuja vida acabou de sair de casa! Concorda? ehehhe
Acho que tenho conseguido manter um bom equilibrio, não sinto culpa em trabalhar e também quando não estou a fim de brincar com a Melissa, duas vezes por ano ela vai passar 15 dias com os avós em outra cidade desde de quando ela completou 1 ano e eu acho isso fundamental, para a convivencia e independencia dela, para os meus pais, para meu marido, para minha vida. Já decretei lá em casa que não presto quando estou com sono e não adianta marido vir querer me jogar uma culpinha que saio fora, vou dormir e pronto, prefiro estar por inteira e já aprendi a identificar minhas necessidades, nem gosto de usar a palavra ponto fraco, porque acredito que não seja. Toda pessoa merece um tempo para si e infelizmente temos que brigar por ele, muitas acabam bricando com elas mesmas, driblando a culpa. Melissa é uma criança feliz e percebo isso no seu desenvolvimento diario, em cada momento que estamos juntas. Só não dedico mais tempo para mim, em razão do curto orçamento, mas quando tudo melhorar, com certeza vou recorrer a muitos amigos para ficarem com ela. (já que moramos sem familiares aqui).
Menina, que lindo!
Tudo. O texto, o seu comentário, tudo!
Quando recebi a Cláudia desse mês fiquei mega feliz de ver a reportagem. Eu sou mãe em tempo integral, não trabalho fora, mas me dou o direito de fazer as coisas que gosto(prova disso é o curso de Bsb, que eu tenho certeza que vai dar certo), e peço tb ajuda do pai. Saio com as amigas, tomo meu prosecco de vez em quando, faço unha e cabelo,e tb tiro find e mais finds inteiros p/ ficar só com elas, e levar no cinema, teatro, parquinho… Até na lan house vamos juntas de vez em quando. Levo as duas, vejo meus emails, minhas coisas, e elas vão no site da Disney ou da Barbie, e ADORAM. Mais que ver em casa!!!!! Se ser boa mãe é ser feliz, somos né?
Um cheiro!!!!
Puxa Mic, adorei esse post! Os comentários também são muito bons.
Eu levanto a mesma bandeira que vc, mas ela fica a meio pau … rsrsrssssssss. Eu quero ser assim, mas não consigo e nem tenho apoio do maridão para isso. Trabalho de 2ª a 6ª em horário integral, meus filhos ficam na creche também em horário integral e não tenho babá nos fins de semana. Meu marido me ajuda bastante, mas ai de mim se insinuar que quero ir ao cabelereiro em pleno sábado! Que dirá sonhar em fazer um programa só nós dois. É cara feia na certa. Então por mais que eu tente não me culpar por pensar em ter um tempo só pra mim, ou para nós dois sem os filhos, é quase impossível com alguém que te olha atravessado e acha que vc vai se tornar a pior mãe do mundo só de pensar nessas coisas. Desde que meu primogênito, hoje com 3 anos e 8 meses, nasceu, nunca mais eu saí sem companhia do filho e marido (atualmente da filha também)a não ser para trabalhar ou em viagens de trabalho. Acredita que até quando tenho que viajar a trabalho e por consequência terei algum tempo só, ainda me pego sentindo culpa? Eu vou ler e reler seu post e os artigos até convencer a mim mesma de que se faço o que me faz feliz, invariavelmente terei uma família feliz! Obrigada por vc estar aqui!
Bjs
Patricia Malheiros
Patricia, somos duas. O meu não reclama muito, mas eu percebo que ele fica irritado quando eu quero um tempo pra mim… mas acho que precisamos é conversar com eles, explicar tudo isso, que a gente também é gente, e que precisamos de um tempo pra nós. Tem que conversar, não tem jeito.
Patricia, é isso que a Ana falou mesmo, sabe? Felizmente lá em casa o Dani é o oposto, quem tá sempre reafirmando pra mim o tempo todo que eu faço o meu melhor, sou boa mãe e preciso de um tempo pra mim e pra nós. E, sinceramente, se não fosse assim nunca ia dar certo. Não acho justo ter alguém do meu lado que me critique sem ser de forma construtiva, mesmo vendo meu esforço ainda cobre mais, ou ache que preciso me anular.
Como assim faz cara feia quando você vai ao salão? Ele deixa de jogar futebol ou beber com os amigos? E, mesmo que faça, essa opção foi a dele, certo? Ele não pode optar por você.
Como eu disse lá em cima, eu não deixei de ser eu ou a minha vida não deixou de ser minha depois que casei ou meus filhos nascerem. Pode até parecer radical para alguns, mas eu jamais aceitaria marido dizendo pra mim o que fazer ou deixar de fazer! rs Mas não vai brigar com o seu, e dizer que fui eu quem mandei, hein? ahahaha Faz como a Ana falou, bate um papo, mostra seu ponto de vista, arruma um meio termo. Ele sempre vai existir!
bjs
Mic, acabei de ler seu post e vou ler as matérias que indicou. Confesso que vivo cheia de culpa, mas não estou feliz, porque nem consigo ficar como gostaria com o meu filho e nem cuido de mim como deveria. Sair com o marido??? Isso não me pertence mais… kkkkk Seria cômico se não fosse trágico.
Me sinto a incompetente! Como é difícil viu???? E olha que trabalho meio período… hoje cheguei atrasada no trabalho, sem almoço, saí correndo e nem fiquei com o filhote como gostaria. O que fazer???
Vou ler a matéria e ver se me ajuda um pouco.
Obrigada viu?
Ah, posso citar vc no meu blog? Vou escrever sobre isso hoje. Beijinho.
Minha querida, sou a mamãe da Ana Calabresi.Gostaria de dizer que não sou tão maravilhosa e nem corajosa como voces que trabalham e ainda se dividem com tantos. Não é nada fácil se dividir e dar atenção a todos. Esta é uma árdua tarefa.Eu deixei todos os meus sonhos para cuidar de todos que de uma certa forma precisaram da minha ajuda.Sou muito feliz porque fiz e faço tudo com muito amor, se não fosse dessa forma não estaria mais nesta face de terra.
Amei o que a Fabiana disse: “Já decretei lá em casa que não presto quando estou com sono..” É isso aí! Precisamos ser respeitadas por todas!Eu também não funciono direito se for acordada antes do tempo.Bom! gostaria de dar um conselho que recebi de uma sábia tia sobre a invasão de privacidade que os filhos sem querem fazem com todas as mães.
Eu era muito jovem, já tinha a Ana e a Cris(hoje casadas,graças à Deus),morávamos em São Paulo e o parente mais próximo morava no Rio de Janeiro.Vivi exclusivamente para minha família e um dia recebi a visita da minha amada tia Santa.Ela ouviu meu esposo me convidar para irmos ao teatro visto que ela se oferecera para ficar com as crianças, eu não tinha mais o costume de sair sem as crianças e não aceitei o convite.Quando minha tia percebeu o que acontecia comigo ela me chamou no quarto pegou um barbante, dobrou ao meio, deu um nó e disse-me: Está vendo este barbante? Ele é a sua vida. Esta metade pertence aos seus filhos e a outra é para ser vivida por voce. Esta mulher ainda vive e foi para mim o que voces são umas para as outras. Ela mandou que eu me vestisse e não tive como dizer que não ia.Foi maravilhoso esse dia pois aprendi uma grande lição.Procurei ser muito sincera com minhas filhas e sempre disse para elas que o pai delas não era meu parente e sim meu namorado. Espero que elas tenham aprendido tudo que ensinei.
Hoje tenho 54 anos e não sinto nenhuma culpa pelas coisas que fiz e nem pelas que deixei de fazer. A única coisa que sinto muito é não poder brincar com a minha Laurinha mas isto faz parte da vida e não criei minhas filhas para serem dependentes de mim.Eu as criei para serem felizes como eu tenho sido.
Peço a Deus que retire de todas as mães o sentimento de culpa.Este bichinho existe e precisa ser banido de nossas mentes e coração.
Parabens pelo seu blog!
Continue escrevendo e nos ensinando a sermos melhores do que somos.
Olha a minha mãe aí, gente!!!
Mãe, adorei seu comentário!! Olha, eu tenho aprendido muito com ela, principalmente agora que estamos longe uma da outra e só nos comunicamos por email e webcam. 
Show de bola essa tua mãe Ana! Adorei o comentário dela!
Ô, Teresa, que pena que aquele dia no Via Parque não batemos o maior papo, né? Demos tanta atenção pra criançada que passou em branco nosso encontro! Mas, queria dizer que adorei seu comentário, provavelmente ajudou a muitas mães que aparecem por aqui e vivem angustiadas ou cobradas demais! Concodro em gênero, número e grau!
Que tal aparecer por aqui mais vezes? Seja muito bem vinda! E parabéns por ser tão moderna e abrir os olhos dessa sua filha careta! eheheheh
bjs,
Mic
ô, mic…
eu percebo muita afinidade com vc, gostei do seu post, acho q já nascemos com a culpa instalada em nós (ou talvez ela tenha sido inoculada na maternidade, pode ser…), acho q vc tem razão, dar continuidade à culpa só nos faz infeliz…
ser perfeito não existe!
somos humanas, falíveis, gostamos de um tempinho para nós mesmas, PRECISAMOS disso!
a boa mãe é aquela q é equilibrada! um pouco para si, para os filhos, para o marido, para a família, para o trabalho… somos muitas pessoas em uma só!!
acompanho vc de longe, pq acho q vc ficou com uma impressão errada de mim (qdo eu te convidei pra me ajudar no blog de amamentação, lembra?). uma pena…
boa sorte nos scraps!
abs
ana
Oi Mic ,concordo com vc disse n post ,e ser mãe não é o que julgam por ai ,eu msm larguei tud (emprego+vida social etc.) para ser mãe no primeiro an do meu filho ,fiquei com depressao muito grave ,e minha mãe me ajudava assim ,pedia para ficar uma tarde ,com meu filhos e me pedia para que eu fosse em lugar buscar algo para ela (e sem pressa )que ele ficaria bem com ela ,depois me convenceu a fazer um curso ,quase desistia ,mais ela estava sempre ali me apoiando ,recebi criticas por parte da familia ,insinuações terriveis ,sobre minhas saidas ,pq eu deixava meu filho com minha mae e saia ,então fui melibertando atraves da pintura,passei a relaxar mais ,a ter esse tempo para mim ,(ler ,cuidar de detalhes que eu havia deixado no esquecimento) eu não conseguia ficar longe do meu filho ,mais ao msm tempo para uma pessoa tão eletrica como eu ,está somente naquela rotina ,me deixava mal ,e eu so tinha 22 anos na epoca ,era tudo novo pra mim ,por isso hoje 9 anos depois ,graças a minha mãe ,a arte ,sou outra pessoa ,tenho 2 filhos agora ,meu trabalho ,meu tempo para ler ,tomar banho ,me produzir ,cuidar da casa ,do marido ,dos meus pais (que é de lei eu vê-los pelo menos 2 vezes por dia) e ainda faço minhas caminhadas em plena madrugada ,é uma nova vida ,meu filhos viaja com meus pais ,e o tio ,qdo querem vao para a casa da minha mãe ,voltam no outro dia ,ate na casa da coleguinha ja deixei meu filho passar a tarde ,a vida é assim ,nada de culpa ,e uma exelente qualidade ,no amor ,Mic ,como já disse antes te admiro muito ,pela sua garra ,e pela mãe maravilhosa que vc é ….bjusss e bjusss nas crianças
Mic desculpa pelos erros ortograficos ,agora que percebi ,mais é que aqui as crianças detonam o teclado e as teclas falham direto e junta a pressa …rs*** bjus
Preconceito as avessas, pois é, eu decidi curtir meu filhos em tempo integral. São três, não tenho empregada nem babá, por opção. Qdo as pessoas perguntam quem me ajuda e eu digo: ninguém, as pessoas me olham como ET, falam pelas minhas costas, me ridicularizam, tiram sarro dizendo que meu cérebro vai cheirar cebola. Eu poderia mudar essa situação? Claro que sim. Existem ótimas escolas em tempo integral, babás. Mas eu quero? Não. O que eu posso fazer se eu me sinto feliz assim? Meu Deus, qdo será que as mulheres vão se respeitar, vão parar de julgar umas as outras?Poxa, vamos ser felizes. Eu tenho certeza que entraria em depressão se fosse obrigada a trabalhar fora. Meus dois menores usam fraldas, troco n fraldas durante o dia, mas qdo troco cocô, faço cosquinha e morro de rir. Eu curto minha vida. Sou um ET por isso? Olham para mim com pena, ficam inconformadas com meu sorriso carregando um bebê, puxando outro pela mão e gritando com o terceiro para não correr na minha frente. Eu admiro a mãe que vive 24 horas para os filhos, quem trabalha 24 horas, quem trabalha meio período e fica o outro com as crianças, etc. Pq no final das contas todas nós amamos os nossos filhos e isso basta.
Desculpa por escrever tanto.
Um abraço e um beijo enorme para o Rafa e para a Juju ;o)
Ellen, é esse o meu ponto, essa cobrança ridícula e essa “fórmula pronta” que algumas têm, sabe? Concordo plenamente com você. O que te faz feliz não é necessariamente o que me faz feliz e vice-versa! Se assim você está realizada, não sente falta do seu tempinho de descanso, acha que tá tudo bem entre vc e o maridão por não terem algum tempinho a sós sem as crianças, manda ver, ser feliz é o que importa!
Quanto ao preconceito, isso é um saco mesmo. Mas, ser autêntica causa estranheza, acho que as pessoas não estão muito acostumadas com isso!
Volte sempre, adoro quando pessoas com opiniões ou realidades diferentes vêm acrescentar aqui no blog!
bjs,
Mic
Eu também penso assim, o “cert” é SER FELIZ!
QUis dizer”CERTO”
Poxa… culpa e mãe, não dá muito pra separar hoje em dia né…
Poxa MIC, lendo seu blog agora, me senti mais normal! Caramba, como me sinto culpada quando deixo de ficar com meu filho para fazer algo que gosto… mas estou tentando me adequa… precisamos nos adequar…
Bjs
Concordo em gênero, número e grau a frase da Mi, uma boa mãe é uma mãe feliz! Temos que fazer aquilo que nos faça feliz, independente da forma de cada mãe achar a sua forma de ser feliz!
Beijo grande Mic e seja feliz! Lu.
Mic , eu tb me culpo , porque trabalho 3 turnos , amo ficar no computador , adoro ler meus livros e revistas , mas tenho Giovanna que é meu bem mais precioso , lógico que surge a culpa … mas como vc diz , antes de ser mãe eu já era mulher , tenho que me cuidar , afinal a nossa vida não tem que desaparecer com a chegada de um filho e sim florescer , ter mais vida , para podermos criar nossos pequeninos da melhor maneira possivel. bjs e ótimo final de semana.
Michelle, já havia lido o texto da Martha, e, li agora o da Ana. O da Ana, ela deve se parecer com minha mãe, pois sou filha única, meus pais sempre trabalharam e quando nasci(36 anos atrás)minha mãe já trabalhava há muito tempo (na época em que mulher trabalhar pra fora era preconceito para muitos.) E olha que ela trabalhava em uma escola durante o dia e a noite(inspetora de alunos). Meu pai sempre a apoiou, pois muitos frutos em casa vieram dela, e, ela sempre ganhou mais do que ele, que trabalhava em uma cerâmica, sempre tiveram uma vida social ativa, e nunca me senti deixada de lado. Meu esposo também sempre me apoiou, pois se ele se reúne com os amigos, também tenho o mesmo direito. Quando me conheceu, eu já trabalhava a um bom tempo, então soube que eu não abriria mão de estudos e trabalho! Acho que marido que reclama em relação a esposa ir a um salão, deveria ser conversado de maneira amigável, como você citou acima. Beijos …
Mic, eu amei esse post!!!!! Eu acho que esse bichinho da culpa “sai junto” na hora do parto..rss….só pode ser….rsss
Meu caso é um pouco diferente dos citados acima, eu deixei de trabalhar fora (por opção) há 1 ano e 2 meses pra ficar com minha filhota, mas vou te contar, tô enlouquecendo em casa..rss
Eu e meu marido combinamos de esperar a Gabriela completar 1 ano pra ir pra escolinha..pois é, esse 1 ano passou e eu não tive coragem nao..rsss…olha o bichinho da cukpa de novo…rss…marquei para janeiro, mas agora que tá chegando perto, já estou com frio na barriga de novo….é muita coisa que passa na cabeça..tipo assim..e quando ficar doente? e quando eu nao chegar a tempo pra pega-la na escola? e quando isso? e quando aquilo? Sei que estou utilizando essas “perguntas” como desculpa e que pra tudo nessa vida, tem um jeito..mas eu não consigo ser diferente…por outro lado, eu PRECISO voltar a trabalhar, ficar em casa, por mais prazeroso q seja ficar com minha gatinha é muito entediante, todo dia a mesma coisa…tô estressada.
Gostaria de aproveitar que esse assunto veio à tona e sugerir que você faça um post sobre “criança e escola” - já que você disse que a Juju irá pra escolinha no ano que vem, será que vc poderia nos dar dicas? O que vc observou pra escolher a escola x? O lugar? Os horários? O atendimento, essas coisas…
Recentemente, eu visitei várias escolas aki perto de casa mas continuo na duvida.
bjs e obrigada
P.S. NO sábado eu consigo ir ao cabeleirreiro, manicure, lojas, etc…..meu marido fica com a Gabriela numa boa, aliás, ele adora……mas eu tenho que confessar q eu saio com a cabeça pensando nela, não tem jeito..rss
Oi Mic tudo bem?
Sempre venho ao teu flog mas nunca comentei..rsssss
Sabe que amo teus textos..amo ver teus filhos lindos. desejo tudo de melhor a vcs!
E tbém amo scrap..
Fiquei interessada no curso que fará em sp!! gostaria de saber o preço e em que lugar será, para saber se poderia participar..datas e tudo mais..
meu e-mail é ndahmen@uol.com.br
Muito obrigada,
Beijos
Sabe tapa com luvas de pelica? Já levei o meu e, já te disse isso Mic, boa parte dele se deve a vc. Larguei tudo (inclusive meu emprego) qdo meu filho mais velho nasceu. Unhas? Só as fiz qdo ele já tinha cinco meses e mesmo assim com a tal da culpa me remoendo. Sair com o santo, ops, maridão? Só qdo o moleque já tinha aprendido a correr! Já na vez do Lucas, com oito dias a manicure tava me atendendo aqui em casa! Quer saber, já aderi há muito ao Culpa Zero e tb ao Felicidade 1000!!! Mic, a tia de Marcos ainda tá com o negócio lá, ela mora sozinha, é enfermeira e passa o dia fora. Tem como vc pedir pra uma das meninas pegar lá? Beijos!
Oie mic parabés para a Juju cade as fotos lindas dela ?? beijão saudades Dani
Parabéns pra Juju, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida!!!
VIVA A JUJU
Parabéns pelo niver da filhota
Beijocas
Chris
Juju,
Parabéns!!!
Que Deus te ilumine e abençoe sempre.
Beijos,
Elaine
Mic!!!
Um aninho da Juju!!!
Este post promete!!!
Parabéns menina linda, que Deus te proteja sempre e guie seu caminho para trilhar sua linda história!
Beijos…Lu.