Anuário escolar
31 Oct, 2007 Rafa, Trocando experiências
Essa semana que passou recebemos em casa as fotos oficiais do anuário escolar do Rafinha. E que rapaz está meu moleque! Até olhou pra frente e sorriu para a foto, realmente me surpreendeu meu “jamantinha” que nunca olha pra câmera na hora da mãe fotografar… rs E a foto da turma reunida? Reparem que TODAS as crianças estão comportadas, esperando o momento do “X”.
Perguntei à Tia Renata se eles deram tranqüilizantes pros bichinhos, porque a foto ficou perfeita! Assim que sobrar um tempinho vou mandar ver em um scrap. E, já que o papo é escola e alguém deixou um recadinho pedindo pra eu escrever sobre a minha experiência sobre esse assunto, lá vamos nós! ;c)
Optei por deixar Rafa em casa com uma babá ainda na gravidez. Fiz várias pesquisas, conversei com uma pedagoga, li tudo o que podia. Cheguei à conclusão que, mesmo se colocasse o moleque na escola depois que minha licença acabasse, mesmo assim ainda teria que contratar alguém pra ficar em casa e servir de back up em casos de imprevistos. Eu sempre trabalhei o dia todo, então essa é minha realidade. Tinha alguém de confiança, o que é primordial, obviamente. Contratei a Beth quando ainda estava com cinco meses de gravidez.

Assim que Rafinha fez um ano, eu percebi que ele estava agitando demais, precisando se relacionar com outras crianças, respirar outros ares. Meu prédio não tem área pras crianças brincarem, e muito menos crianças. Então, a escola passou a ser uma boa opção para mim - e para ele. Até então, nossa atenção nos momentos em que estávamos em casa e o estímulo da babá estavam sendo mais do que suficientes pra ele. Ao contrário do que muitas pessoas dizem, Rafa nunca falou errado ou deixou de ter um desenvolvimento dentro da faixa etária dele só por causa disso.
Então, depois de muita pesquisa dessa mãe que vos fala, Rafinha ingressou na carreira acadêmica com 1 ano e 3 meses. Entrava às 13h e saía às 17h30. O que eu procurava na primeira escola do meu filho? Um ambiente acolhedor, amplo, limpo, com pessoas carinhosas e bem treinadas. Fugia das “casas adaptadas para escola”, com aqueles cubículos, onde a criança fica o tempo inteiro parada no mesmo lugar, embolada com mais um bando de outras crianças.
Eu queria para o Rafinha um lugar onde ele não fosse somente mais um na lista da chamada. Se ele é tão especial para mim, também deveria ser especial para a escola. Então, quis saber a quantidade de alunos por turma, as atividades que ele teria durante o dia, os locais onde elas seriam realizadas, o espaço para sua soneca e a alimentação. A infra-estrutura por trás disso tudo também foi cuidadosamente avaliada por mim. Visitei a cozinha, o laboratório de ciências e informática, a quadra de atividades psicomotoras.
Voltei à escola em um horário onde pude ver as crianças saindo, as mães chegando. Observei a carinha dos pequeninos, a expressão das mães. A forma com que as professoras - e até mesmo o “tio” da portaria - se despediam. Conversei com a orientadora pedagógica e a diretora da escola. Estudei os “planos” que elas tinham para o meu filho.
Fiz isso em três lugares. Nos primeiros, até gostei do que ouvi das diretoras, mas achei a infra-estrutura um pouco ruim, o espaço apertado demais. As tais “casinhas” a que me referi lá em cima. Outra coisa que eu quis fugir foi do esquemão “creche”. O que me encantou na escola atual do Rafinha, minha grande escolhida, foi perceber que aquela rotina de creche não faria parte do dia-a-dia do meu filho. Sem aqueles banhos coletivos, um bando de mamadeiras misturadas ou a criançada fechada em uma sala com uma pessoa observando à distância.
Desde o início, Rafa viveu uma rotina de escola, com atividades pré-programadas, rodinha, história, massinha e tudo o que tem direito. Viveu todas as etapas que o projeto pedagógico da escola tinha programado pra ele. Se fiquei com medo de deixar meu pequenininho nas mãos de outras pessoas? É claro! Cheguei a pensar em tirá-lo, porque minha família colocou caraminhola na minha cabeça, dizendo que ele tava triste ou meio amuado. Mas, depois de ouvir os conselhos das minhas amadas leitoras de blog e conversar com a coordenadora da escola, decidi insistir. E foi a melhor decisão que tomei na minha vida!
É claro que a gente fica angustiada com essa nova fase dos filhos. Que mãe consegue vê-los ganhando autonomia e alçando novos vôos longe da barra de suas saias sem sentir um aperto no coração? Mas, é aí que precisamos manter o equilíbrio e pensar duas vezes antes de prendê-los. É egoísmo demais querê-los só pra gente, adiar o inevitável, não acham? Pois eu achei. E estou feliz que consegui fazer isso. Rafa ama ir pra escola, sempre se refere às tias e amiguinhos com carinho.
Mais do que isso, Rafa é uma criança especial para todos que trabalham em sua escola. Percebo isso no abraço de despedida do “tio da portaria”, nos beijos que ele distribui quando está indo embora de mãos dadas comigo, nos recadinhos que vêm pela agenda, nas brincadeiras que todos que nos encontram do caminho da sala até o carro fazem com ele. Desde o faxineiro até a diretora, passando pelas tias do transporte à equipe da secretaria. Todos sabem seu nome, perguntam pela Júlia, conhecem a mim e ao Dani. Conhecem suas “manias”, sua personalidade gulosa e também o amor pelos carrinhos.
Mesmo não indo lá todos os dias, sei de tudo que está acontencendo através da agenda, de encontros semestrais individuais com a professora e reunião de pais. Recebo relatório sobre o desenvolvimento do meu filho, participo fazendo pesquisas em revistas para o “dever de casa” e, sempre que necessário, recebo ligações da tia Renata.
Sou uma das maiores fãs da escolinha do Rafa. Tenho todo o retorno que eu esperava: encontrei um lugar que é a extensão da minha casa, compartilha dos mesmos princípios, oferece ao meu filho uma visão do mundo como ele é, na medida que ele compreende. Olhando para trás, vejo que não podia ter feito escolha melhor. Estou preparando o meu filho para a vida. E não para mim. Se Deus quiser, ano que vem Juju se junta ao irmão!









Hei, Mic, here I´m on line…
Bom, adorei a foto do moçoilo e a coletiva da escola. E pela descrição, parece realmente ser um lugar muito especial.
Dentre as inúmeras opções de SP, com tantos tipos e metodologias, e espaços… parece no final que todas têm um “defeitinho”. E o preço, nas alturas. As mais baratas, já vi professora dizendo “poblema”. As mais caras, parecem uma fábrica de consumismo e datas comemorativas. Nas médias, falta espaço.
A primeira escola do Mat, onde ele ficou exatos 9 dias berrando, era claustrofóbica. Para mim, para ele. E depois de 9 dias horrorosos, tirei-o de lá.
A atual, bem mais cara (e por isso não foi minha primeira opção) é mais “natureba”, podemos dizer assim. Tem chão de madeira, casa na árvore, espaço, quintal, horta, areia, tintas e paredes pintadas (pelas crianças, detalhe)… me atrai pois é uma lugar de criança. Ontem mesmo, qdo fui deixar o Mateus, estavam todos de cueca e calcinha brincando de mangueira, baldinhos e pás! Quer coisa mais gostosa? Parece a casa da vó.
Não tem uniforme, tem que levar o lanche, não tem agenda. Pequenos detalhes que poderiam melhorar. Mas o saldo é, certamente, positivo.
Depois de minha experiência de mãe, com o Pedro, há 13 anos atrás, conclui que criança pequena precisa é disso: espaço, brincadeira, viver no quintal que não podemos dar para elas em nossos apartamentos. E se ainda por cima tiver um método, uma linha de desenvolvimento, melhor ainda.
Beijos,
Ale.
Oi Mic! Tenho visitado seu blog com frequência há algum tempo ( acho q desde o começo desse ano) e te adimiro pelas boas decisões e pelo carinho com que você lida com seus filhos. Mas, desde o post “Mulher nota 9″ que fiquei pensando em te escrever, e este post deu a “brecha” para isso. Tenho dois filhos pequenos - um casal, tb com o menino mais velho - o Gu tem 3 anos e meio e a Mari completará 10 meses no próximo dia 06. Eles chegaram muito rápido na minha vida e sem planejamento nenhum. Mas isso não fez com que eu os amasse menos. O problema dessas “surpresas” é que eu e o Gui não tínhamos infra-estrutura financeira nenhuma! Ambos ainda não nos formamos, e ainda não temos uma vida profissional consolidada. O que ocasiona alguns “problemas”, como: não tenho babá, tão pouco empregada. Cuido da casa sozinha e ainda trabalho no meu Ateliê. O Gu vai para a escolinha infantil da Prefeitura - uma Creche - onde é bem tratado sim e tem bastante espaço e atenção das suas 3 professoras (a classe tem 25 crianças). Em muitos momentos me sinto esgotada e precisando de um tempo só pra mim, ou pelo menos só pra mim e pro Gui, mas é difícil conseguir uma brechinha. O que quero dizer com tudo isso: ter um bom suporte financeiro ajuda muuuuuuuito. Quando faltam recursos para gerar maiores confortos e qualidade de vida, a gente tem de “se virar” com o que temos, e lutar todos os dias para melhorar! É isso que faço! Busco opções de lazer baratas, fico em cima da escolinha observando tudo - inclusive faço parte do conselho e participo de reuniões quinzenais e, em alguns momentos, deixo de comer alguma coisa que estou com vontade, ou de fazer as unhas, para dar o melhor de tudo possível para meus dois pequenos. A vida com pouco dinheiro é difícil!!
Um beijo, e tudo de bom!
Fernanda
Oi, Fernanda
Com certeza o dinheiro, se bem usado, facilita muito a nossa vida. Se eu tenho sobrando? Certamente não. Me falta alguma coisa? Felizmente também não!
Talvez eu possa ter te passado uma idéia errada de que vivo com luxo ou algo do gênero. Vivo sugerindo dicas de opções baratas de lazer aqui no blog, passeios com as crianças e, mais do isso, tento sempre mostrar para os meus filhos que o maior legado que eu lhes deixo é a minha forma de ver a vida.
Minha família sempre foi muito humilde, minha mãe passou por muita dificuldade durante nossa gravidez e infância. Estudei em boas escolas porque meus tios ajudaram muito. Aproveitei todas as oportunidades que recebi e nunca descolei da minha realidade. Estudei em universidade pública, ralei muito no vestibular pra passar. Comecei a estagiar ainda cedo e ajudava em casa. E tudo isso valeu muito para eu dar ainda mais valor ao que consigo hoje com todo o meu esforço. Eu sei que a vida com pouco dinheiro é difícil. Mas sei também que a gente consegue dar a volta por cima.
Fico feliz por saber que você se desdobra, mas consegue fazer a diferença para mudar a vida dos seus filhos. Pode ter certeza que eles ainda colherão muitos frutos por isso!
bjs,
Mic
Olá Mic!
Você não passou a imagem de que vive com luxo, mas faz as coisas parecerem fáceis! Parece que todas as pessoas (pelo menos as suas leitoras) tem o padrão de vida de vcs. Imagino que vc deva ter lutado para conquistar o que tem, como a grande maioria de nós brasileiros. E te adimiro por conta disso! Adimiro a forma como vc consegue balancear a Mic mãe, a Mic profissional e a Mic esposa! Acho muito legal toda a história de vcs, por que apesar de eu ter começado a ler o blog neste ano, já li boa parte dos arquivos. Conseguir se organizar e fazer um planejamento antes de ter filhos é muito importante! O Gu veio de surpresa e a Mari nasceu junto com um DIU, logo depois que eu havia retomado a facul… Meu comentário não foi ofensivo, foi? Só quis te mostrar que outros tipos de pessoas, de outras classes socias te acompanham também. E que ao te ler, em alguns momentos, vemos como tudo seria mais fácil com um pouco mais de dinheiro…
Um beijo!
Fernanda
Oi, Fernanda, seu comentário não foi ofensivo, não, de jeito algum! ;c)
Na verdade, se eu faço as coisas parecerem fáceis é porque isso faz parte da minha personalidade. Eu sempre busco o caminho mais fácil para os problemas, tento descomplicar o máximo possível, encontrar soluções práticas, em vez de ficar imaginando como seria diferente se isso acontecesse ou aquilo, entende? É claro que não é fácil. Tanto que já chorei muita pitanga aqui. Mas, eu não sou de ficar reclamando muito, não, arregaço as mangas e mando ver!
Quanto a parecer que todas as minhas leitoras têm o mesmo padrão que eu, na verdade eu nem penso sobre isso. Afinal de contas, esse blog é sobre a minha vida, a minha realidade. Não é uma publicação onde eu preciso pensar no meu público-alvo antes de escrever.É por isso que muitas vezes o que eu escrevo pode parecer longe da realidade para alguns. Para cima ou para baixo. Já pensou que pode ter alguém montado na grana lendo o blog e me achando a maior “pimba”? rs
Com certeza começar com dois filhos é beeem mais difícil. Mas, tenho certeza que você vai colher os frutos do seu esforço e do amor que distribui para eles!
bjs,
Mic
Vc tem razão, Mic! O blog é seu, e vc não tem q se preocupar mesmo como escreve! Afinal, blog é um diário, né?? E se sua vida é da maneira que é, vc só pode contar de um jeito!!
beijossss
PS: Alguns momentos não, quase sempre! Acho que a última vez que fiz as unhas a Mari não tinha nascido!!
Mic, tô começando achar que vc tem super poderes, ou anda lendo meus pensamentos!
Tava aqui hoje sentada na frente do pc pensando com meus botões que preciso começar procurar a escola pro Henrique, quero colocar ele ano que vem só a tarde!
Venho aqui e me deparo com esse post maravilhoso, além das fotos lindas do RAfinha e sua turminha ainda com uma baita aula sobre como escolher uma escola!!!!!!!!!!!!!!!!!
Amei muito obrigada vc pra mim não é real só pode ser…rs
Beijão
Adorei a foto do Rafa, um homenzinho….rsrsr
O post hoje fala de escolas, pois é, penei muito até decidir o que fazer com meu trio. Quando estava grávida tinha na cabeça que deixaria os 3 com duas babás e uma empregada e que minha mãe supervisionaria a bagunça…rsrsr…contratei uma empregada ainda grávida, antes tinha apenas uma faxineira 2x na semana, quando as crianças nasceram e após 25 dias de UTI foram para casa ela passou a me ajudar com eles e contratei uma empregada….daí vi que seria impossivel administrar a bagunça….eu trabalhava mais que as duas, uma falava da outra, enfim, me deixaram louca, me estressaram mesmo, daí comecei a procurar escolinha para os 3 pois eu iria começar a trabalhar - eles foram para a escolinha com 4 meses - no meu bairro fui nas duas melhores, odiei, mudei de bairro e olhei umas 8 escolinhas e nada, até que um dia meu marido chegou em casa e disse: achei a escolinha de nossos filhos, fui visitá-la com minha mãe e adoramos tudo, lógico que o lado financeiro, como disse a Fernanda acima ajuda e muito, mas consegui negociar um bom desconto, na verdade só pago escolinha para dois, o outro vai de brinde….rsrsr, mas voltando ao assunto, o que me encantou nesta escolinha: o berçário era amplo com dois ambientes, um para atividades e outro com berços para o soninho, tinham várias atividades, mesmo no berçário, massagem shantalla, aulas de música, hora do conto, aula de movimento, intervenção precoce, a partir dos 2 anos eles tem 30 minutinhos de inglês todos os dias, pátio próprio para os berçários - com madeira, grama, areia, brinquedos próprios para eles, enfim, consegui achar nesta escolinha uma extensão da minha casa, se ficar listando tudo ocupo toda a área de comentário da Mic, mas o mais importante é ver o quanto meus filhos são bem tratados e amados por todos, vejo que adoram a escolinha e suas tias e isso me deixa muito feliz.
escrevi demais…rsrs
Beijocas
Escola é, com certeza, um assunto que me tira o sono. Se minha vida tivesse seguido um curso normal, Lucas estaria na escola pelo menos desde o início deste semestre, com 2 anos e meio. O plano inicial era mandá-lo pra escola em 2008, já que ele tinha bastante estímulo em casa e muitas crianças pra brincar. De 4 meses a 1a3m ele ficava em casa com a babá, minha prima, irmã, em quem eu confio cegamente e que cuidava dele melhor que eu. Daí nos mudamos de Brasília e aqui simplesmente não há crianças pra brincar, então ele fica meio isolado. Queremos mandá-lo pra escola, mas aqui a situação é meio extrema: as escolas mais baratas são bem ruins (pelo menos na área onde eu moro) e as mais caras são beeeem caras (um mês de uma delas dava pra pagar a melhor escola de SP pra umas 3 crianças) - não cabem no orçamento atual. Enquanto a situação não se resolve, fico com ele em casa, mas ano que vem teremos que ir todos pra rua: eu pra trabalhar (e pagar escola) e ele pra escolinha. Em inglês. Mas isso é outro drama para um outro por do sol…
Beijos! As fotos ficaram lindas!
Mic, com tantas preocupações nesse mundo, saber que seu filho é bem cuidado, educado e tratado deve dar um alívio imenso, né??
O Rafa está um moço. Como ele é grandão, né, perto dos outros rsrsrs
Já pensou quando ele crescer e ver todos esses momentos registrados, tenho certeza que ele vai ADORAR saber de tudo isso!
E juju vai pra escolinha ano que vem?? Aiii, imagina essa bolotinha, o sucesso! Se puxar o irmão, vai virar amiguinha da escola inteira!
Aliás, os dois puxaram a mãe, que deve falar pelos cotovelos, né? Presumo eu, claro.. ahahahah
Beijos Mic
Oi Mic,
Estou nesta fase, procurar escolinha para o Cauê, como você falou do Rafa, ele é super agitado, está dormindo mal a noite, acho que está faltando atividades mais direcionadas. Este tópico caiu como uma luva, não tinha idéia do que avaliar.
Para você ter idéia liguei em uma escola e perguntei que ipo de atividades eles tem para criança de 1 ano e meio e a funcionária falou que nesta fase eles dormem muito (só se for o filho dela), ficam no cercadinho…perai…não vou pagar para meu filho ficar preso em cercadinho.
A escola do Rafa parece perfeita, sempre leio você falando muito bem.
As fotos estão lindas, e parabens atrasado para a Juju.
Beijos,
Oi Mic, o Pablo estudou em duas escola diferentes, agora que tenho uma escola, procuro utilizar a bagagem que tive como mãe para não cometer os mesmo erros, a parte pedagógica fica à cargo da minha irmã, mas o que eu também faço e escutar as amigas que tem filhos em diferentes escolas do Brasil, assim aprendo muito, para que eu possa dar às crianças um ambiente seguro, mais principalmente alegre e divertido!
Mic, que lindas crianças e o Rafael em especial! Realmente estas fotos do anuário nos encanta. Como educadora, sinto e vejo tudo o que você falou, o segredo da escola está no ambiente, acolhedor. Veja o que diz o dr. Augusto Cury no livro Maria, a maior educadora da história “O melhor educador não é o que controla, mas o que liberta. Não é o que aponta erros, mas o que os previne.” Parabéns pela tia Renata! Beijos nos lindos, fofos, caramelados Rafael e Júlia.
Oi Mic, que coisa mulher, parece que nós mães estamos sempre em sintonia, um dia o post é sobre nós, o outro sobre a escola de nossos baixinhos!
Aqui em Uberlândia, poucas escolas salvam, e eu sempre fui como você, queria uma escola e não um “hotelzinho” como dizem por aqui. E Encontrei, Rebequinha começou com a mesma idade do RAFA, 1 ano e 3 meses, e agora completados seus 3 anos e 2 meses, ADORA sua escolinha, ama sua Tia Adriene.
O problema esta por vir, nossa mudança de País, ai meu DEus só de pensar que vou ter que enfrentar tudo de novo, num lugar totalmente desconhecido tremo inteira.
Abraços
Karina
Karina, me manda o nome dessa escolinha por email (geralcosta@hotmail.com). Tenho uma amiga que tá de mudança praí mas não gostou muito do Maristas, a escola que o filho dela já estuda aqui. Um abraço.
Geraldine
Eu tb adoro a escolinha do JM. Além de ser perto de casa, eles desenvolvem atividades muito interessantes. Lá eles dispõe de um mini-zoológico com galinhas, pássaros, marrecos, tartaruguinhas, coelhos… têm tb uma horta que a cada ano é renovada pelos próprios alunos e vivenciam o que aprendem: hj, aprenderam como é laranja em inglês e foram todos chupar suas oranges. Além disso, eles não “obrigam” as crianças a participar de tudo. No Halloween hj, quem não quisesse participar do treat or trick, tava liberado da atividade. Eles utilizam o método montessoriano mas sempre que podem, dão uma melhorada. E que delícia é vê-los falando ou mostrando alguma coisa bacana que não fomos nós a ensiná-los, eu adoro! Juju vai amar a escolinha, tenho certeza que vai ser tão popular qto o Rafa. Beijos!
Oi Mic,
O Gui começou na escolinha no começo de Outubro, com 2 anos…Ele já estava bem agitado também e eu decidi dar uma folga pra minha mãe-babá..rs
Também fiz como você, fui um horário pra conhecer e olhar cada cantinho e depois fui no horário de saída pra observar os alunos e pais…
Nesse mesmo dia fechei com a escola, o Gui ainda está em adaptação, pois muitas vezes quando chegamos de manhã e chama pelos avós…mas quando vou buscá-lo sempre vem com um sorrisão, todo suado e falando pelos cotovelos(ainda que eu não entenda a maioria do “conversê”)…
Realmente, o dinheiro faz uma falta e nós que batalhamos todo dia pra “fazermos acontecer” só podemos deixar de legado nossos valores e um bom estudo…
Bjs, Pri (Curitiba)
escola…esse assunto já me tirou o sono e deixou muitas duvidas..mas este ano parece que acertamos os ponteiros…colocamos numa escola mais longe, utilizamos transporte escolar e no final deu tudo certo e ela gosta muito de lá…mas até chegar aqui muita aconteceu, ela estudou em outra escola que era uma preocupação constante (e que relatei demais no blog). A Bia, colocaremos na escolinha com 2 anos completos por conta de todas as viroses que que se pega quando inicia, então decidi prolongar a ida para escola…não estou disposta (e graças a Deus conto com uma babá muito boa) a enfrentar tudo de novo com Bia…filho doente é uma coisa que me tira do sério.
A foto está demais mesmo!
Muito bom saber que a escolinha do Rafa é tudo de bom pra ele, e pra você.
Bjs!
oi mic, faz um tempinho q nao deixo recados, mas sempre passo por aki, vendo esse scraplift q vc fez da juju tive uma luz de uma coisa q tenho vontade a a um tempinho. tenho um afilhado de 1 aninho tb, queria muito fazer uma seleção de fotos desde o seu nascimento e dar de presente aos pais, como posso fazer? vc trab com isso? se sim, entra em contato comigo p gente combinar ok. beijão. simmmmmm, a juju ficou muitoooooooooo fofa no niver. hehehehe
Oi, Thaty, eu faço isso, sim. Me manda um email: mrocas@gmail.com
Que coisa mais linda essas fotinhas dele bem natural e da turminha toda!
Que bom q existem escolas como essa do Rafa q incentiva a ele fazer de tudo um pouco de cada vez. E vai ser assim também com a Juju!
Beijos mil
Eminha
Acho maravilhoso a forma com que vc se coloca no blog, muito legal mesmo; e tb fiz tudo do jeito que vc fez com O rafa no colégio; com larissa foi a mesma coisa, todo mundo do colégio à conhece pelo nome, sabe quem é o pai, mãe, avó,… se bobear sabem até o nome do cachorro(que não tenho). Sempre quis que vc assim tb, pq tive uma educação assim, e hoje vejo que foi a melhor que poderia ter, claro, nas condições e sacrifícios dos meus pais.
Bjs a todos e ótimo feriado.
Mic,adorei o post.
Tenho gemeos de 1ano e sete meses.
Gostaria de colocá-los em uma escola em 2008,mas mesmo assim terei que continuar com babá e empregada.
Trabalho o dia todo, uma loucura.
Leio sempre seu blog e gosto da maneira que você consegue conciliar as coisas.
Não sei se sou desorganizada, mas não consigo tempo pra nada.
Como você faz no período que as crianças estão em casa? e nos finais de semana?
Preciso de sugestões.
Beijinhos
Mic, como orientadora pedagógica que sou, bato palmas para você, pois soube escolher perfeitamente a escola do Rafa, por tudo o que postou aqui, parabéns.
Um bom feriado para toda a familia.
Oi Mic! Eu de novo! Mas desta vez com outro assunto:
Venho pedir sua ajuda para a divulgação do caso da Flávia, uma moça, hj com 19 anos, que aos 10 teve um terrível acidente, onde o ralo da piscina sugou seus cabelos, impedindo que ela subisse para respirar. Flávia vive em estado de coma vigil há 9 anos, e sua mãe luta por seus direitos na justiça!
Ela tem um blog também, o http://www.flaviavivendoemcoma.blogspot.com , onde ela onta sua história e sua luta contra a lerdeza da justiça brasileira.
Seria muito legal se vc divulgasse de alguma forma!
Agradeço desde já!
Fer
Mic,
Eu estou suuuper de acordo com essa coisa de escola com cara de creche. Você com certeza fez uma boa escolha! Por aqui também optamos por colocar a Mari direto em uma escolinha, ao invés de creche, e em 2008 ela começará em uma escola que escolhemos, e que se Deus quiser, ela ficará até terminar o segundo grau. Na reunião que teve para os pais, falando sobre a pedagogia de ensino da escola, eles falaram: “Nós entendemos que vocês ficam apreensivos porque afinal são os seus príncipes e princesas que estarão deixando aqui, mas que fique claro que não somos uma creche, não vamos escrever na agenda do filho de vcs se eles comeram a comida toda ou se evacuaram. Os seus príncipes e princesas aqui serão nossos alunos, e é preciso que vcs confiem na nossa equipe, na nossa pedagogia…” Achei muito legal esse tipo de filosofia, afinal, quer a gente queira ou não, eles estão crescendo, e demandam um tratamento diferenciado daquele das creches em geral. Tô com vc, Mic. Beijinhos, Dani.
Mic, não sei se vc está passando o feriado no Rio, mas se estiver, vale a pena dar um pulinho aqui em Niterói para vir ao circo!
Amanhã é o último dia, acabei de chegar de lá e na hora que entrei me lembrei de vocês, já que vc sempre indica alguma coisa legal pra criançada!
O nome do circo é Roda Brasil, o espetáculo é Estapafurdio. Muito legal, Rafinha ia amar.. não tem bichos, mas é um show de dança, trapezistas, palhaços.. bem legal mesmo!
E não é muito grande, a arquibancada é com cadeiras, o que facilita com criança! hehe
Um beijo grande!
Lara
Ah Mic, achei o site, se vc quiser dar uma olhada!
Amanhã o espetáculo é as 18h.
http://www.circorodabrasil.com.br
bjos
Oi Mic…pensamos igualzinho , por que será ?hein, hein? Ana Carolina está lá desde o J II, hoje está terminando a CA e nada tenho a reclamar ( claro que a mensalidade poderia ser menor), mas tudo é igualzinho comigo, desde a Tia Edilma do banheiro até o Botafoguense da portaria heheheh - (como a Ana) .Confiança, é umas das palavras que uso para me referir à escola. Falando da estrutura , o que eu gostaria que tivesse é um lugar aberto, um solzinho entrando, sabe? Mas compensamos no fim de semana!
bjs
Mic, adorei o post e veio bem a calhar, pois a Flor está indo para a escolhinha no próximo ano, quando terá 2 anos e meio e estou numa dúvida cruel: Uma escolinha do tipo “casinha”, mas que fica muito perto da minha casa, preço em conta, etc e outra que parece ter uma infra-estrutura melhor, mas fica há 10/15 minutinhos de casa e aí teria de ir pra escola numa van, o que me deixa um pouco insegura já que acho que ela é ainda muito pequena e arteira… rs
Como é sua experiência com o Rafa nesse sentido? Alguém leva e busca sempre ou tem algum transporte?
Ainda vou visitar essas escolas pra conhecer de verdade, vamos ver!
Antes q me esqueça… a foto deles está muito fofa! Tá um rapaz o seu Rafa!
Bjs,
Carla.
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