Pra não esquecer

Esses dias fiquei meio sem inspiração pra escrever no blog. A cada seis meses isso acontece! rs Então, não forço a barra, vou cuidar da vida e uma hora ela acaba voltando! ;)

Então, o post de hoje vai ser meio mistureba, porque eu queria fazer um post legal na sexta e fiquei offline. É que foi aniversário do Gabriel, nosso minduim, e eu queria escrever algo legal pra ele, desejando muita saúde e uma comemoração bem especial, junto com sua família e a irmãzinha que está chegando. Mas, coisa boa a gente pode desejar sempre, né? Então, Biel, parabéns atrasado, tá? Na verdade, a tia falou com sua mãe na sexta, mas acho que ela deve ter esquecido de dar o recado… rs

Final de semana foi tranqüilo, com evento especial para o dia das mães na escola das crianças. Passamos a manhã juntos, com direito a aula de dança com professores da BodyTech, Yoga, aula de maquiagem da Boticário e massagem. Os filhos ficaram em oficinas, fazendo comidinhas na cozinha experimental e flores na sala de artes. Foi uma delícia!

Vou ali e já volto, tá? rs

A líder do bando

A cada dia que passa, uma coisa vai ficando bem clara lá em casa: Juju não veio ao mundo a passeio! rs A menina tem se revelado um verdadeiro furacão, cheia de decisão, personalidade forte e, por que não dizer, um talento nato para arrumar encrenca! ahahah

Depois que completou 18 meses, parece que deu um salto no desenvolvimento. Expressa o que quer – e o que não quer, principalmente, mesmo sem falar muitas palavras. Tenta se comunicar conosco o tempo todo. Nos puxa pela mão para mostrar as coisas, principalmente a geladeira, sua maior vítima depois do irmão! ;c) E, mais do que isso, começou a aprontar, fazendo coisa errada mesmo sabendo que não deve, com aquela carinha de quem não tá nem aí.

Se eu paro pra comparar com Rafa nessa idade, posso dizer com total certeza, que ela não chega nem aos seus pés. Rafa sempre foi uma criança tranqüila, brincava na dele, nunca aprontou nada fora do comum, que chamasse a nossa atenção. A Juju é menina, doce, delicada, meiga, não vai aprontar nem tocar o rebu, certo? ERRADO! ahahahaha

O currículo da menina começa a ficar recheado quando o quesito é comportamento. Eu fico rindo, porque é engraçado ver aquele cotoco branquelo correndo pela casa ou subindo onde não deve com tanta decisão. E também fico boba ao ver como a personalidade já é tão marcada desde cedo. O que a menina tem de dorminhoca também tem de danada. Vamos ter que entrar em campo e começar a “educação” desde cedo, já viu, né?

Enquanto Rafa está sentando na poltrona assistindo TV, a menina tá de um lado pro outro. Ficou muito silêncio na casa? Corre porque coisa boa é que não é… No outro dia, peguei a dita no corredor, em cima da cadeirinha do quarto do irmão, tentando acender a luz! Quando chego com a dupla da escola, Rafa vai direto tirar o tênis e o uniforme, pra colocar dentro da máquina de lavar, e se aboleta em frente à TV. Ela? Nem passa da cozinha, já começa a chorar quando vê o prato de comida. Na maioria das vezes a gente vai tirando o uniforme entre uma colherada e outra! ;c)

Se o dia foi cansativo e o moleque cai no sono no sofá, pode ter certeza que em dois minutos tem alguém com o dedinho tentando abrir seu olho. Ou então tentando fazer carinho, daquela forma bem delicada que só a Júlia sabe fazer. O irmão resmunga, pede socorro. E não tem jeito. Eu levo ele pra cama e, quando menos se espera, a menina já foi pro quarto, subiu na cama e está deitada EM CIMA dele! ahahahah Eu acho fofo, mas Rafinha não gosta muito, não… rs

Mas, a última foi a que acendeu o sinal vermelho e já mostrou que a líder do bando lá em casa é uma menininha de marias chiquinhas. Domingo, babá tinha ido embora, eu fui pro computador. Dani ficou na cozinha, encarregado de ficar de olho na galera. Depois de alguns minutos de paz, começo a ouvir manifestações de, hum, digamos, surpresa. Quando eu menos espero tem um pai correndo pela sala, tentando resgatar criancinhas que fugiam, morrendo de rir. O motivo? Foram pegas enfiando a mão na privada e jogando água pelo banheiro, felizes da vida, ao som de gargalhadas. Fui ao socorro do Dani e dei banho de álcool nos porquinhos. Aí, eu te pergunto: adivinha de quem foi a idéia? Rafa NUNCA tinha feito isso na vida! ahahahah

Como vocês devem estar imaginando, em breve teremos um tópico chamado “pérolas da Juju”. E elas estão só começando… ;c)

***

Com a chegada do tempo mais geladinho, algumas roupas que eram do Rafinha foram herdadas pela irmã. Dá o maior saudosismo ver que meu menino era desse tamanico há tão pouco tempo. Eu tratei de tirar fotos e registrar tudo isso. Dessa vez não vai ter mais ninguém na fila, né? ;c)

São tantas emoções…

Esse final de semana foi uma delícia! Já começou no finalzinho da sexta, com homenagem dos filhotes na escola. Fui armada de câmera fotográfica e lenço, esperando emoção em dobro, já que agora são dois filhos pra babar… Primeiro foi a vez do Rafinha. Todos dentro da salinha em fila, aguardando a multidão de mães e suas câmeras, prontos para cantar e finalmente entregar o presente que preparam em surpresa durante os últimos dias.

Como sempre, Rafa faz um monte de papagaiada, careta, pula, ri, aponta mas, cantar que é bom, nada! ahahah Quando viu que meu irmão (que tinha acabado de chegar de Sampa) e minha mãe estavam na platéia, aí é que começou a se mostrar mesmo! rs Foi super bonitinho, eles cantaram a musiquinha em português e depois a “teacher” assumiu, para cantarem uma canção em inglês. Muito fofos! No mural, vários trabalhinhos e fotos das mães e filhos reunidos.

Depois, seguimos para a sala ao lado, onde os pequeninos estavam ansiosos, ouvindo a movimentação do lado de fora. Juju me viu e já se pendurou no meu colo, exatamente como seu irmão fazia nessa idade. Meu irmão assumiu as fotos e eu fiquei ali babando, toda boba, vendo Juju bater palminhas e fazer gesto como se estivesse me abraçando, como ensaiou com os amiguinhos e a tia Renata. A pessoa é tão estrela que, quando a música acabou e os aplausos começaram, ela tratou de mandar beijos e dar tchauzinho! :)

Sábado de manhã a comemoração continuou, dessa vez na natação do Rafinha. Ai, como eu adoro esse dia! Se já é preciso um esforço danado pra acompanhar o dia-a-dia da escola, na natação é que fica mais complicado ainda. É no meio da manhã, minha mãe é quem leva e busca. Então, esse é o dia para eu falar com as professoras e, principalmente, ver os avanços que filhote está fazendo em quase dois anos dentro d´água. E foi delicioso!

Rafinha está bem mais solto, impressionante! Fica o tempo inteiro me mostrando como sabe mergulhar, solta da minha mão e sai nadando embaixo d´água, uma coisa linda! A tia disse que precisa ficar de olho nele o tempo inteiro, porque ele adora mergulhar e, se deixar, só faz isso o tempo inteiro! rs Por meia hora, eu e Sabrina, mãe do inseparável Miguel, curtimos nossos meninos e pudemos confirmar o quanto eles adoram ir pra natação.

Depois do esforço de tirar os dois da piscina, as famosas frases “mamãe, não quero que o Miguel vá embora” ou “mamãe, não quero que o Rafael vá embora” começaram, como era de se esperar. E, como o dia das mães acaba sempre virando o dia dos filhos, cedi aos pedidos dos meninos e levei o Miguel pra passar o dia com a gente! Chegamos em casa e Juju, que ia tirar seu cochilo, ouviu o barulho e saiu feito louca do quarto, sorrindo, abraçando o Miguel. É bonitinho como ela já entra na brincadeira dos dois, corre, grita, fica em volta de todos aqueles carrinhos e bonecos.

Os três brincaram super comportados no quarto até umas 12h30, quando chegou a hora do almoço. Os meninos comeram sozinhos à mesa e Juju foi dormir. Eu e Sabrina nos encontramos em um restaurante na rua de casa pra papear e a dupla dinâmica ficou debaixo da mesa, brincando na “caverna”, entre tapas e beijos! Conversamos tanto que perdemos a hora e já passava das 16h30 quando pedimos a conta! hahaah Mãe também tem direito, né?

 Miguel continuou com a gente para irmos à festinha da Catharina, da Kika. E lá fui eu com meu trio para o evento! ;) Eles brincaram pra caramba, não deram nenhum trabalho, curtiram a animação e, no caso da Juju e do Rafa, os docinhos! rs Eu fico boba de ver a desenvoltura da Júlia nas festinhas, bem diferente do irmão nessa idade. Ela vai em pula-pula, piscina de bolinha, dança o tempo inteiro, uma graça! Até desfilar com fantasia ela desfilou, parecia uma modelo, se achando no tapete vermelho… às 21h o avô do Miguel o buscou e voltamos pra casa, cansados mas felizes!

E ainda tinha o domingão, né? Dani me perguntou o que eu queria de Dia da Mães e eu nem pensei duas vezes. A resposta?! “Quero dormir!” ahahah Com a chuvinha que caía no Rio e o tempinho frio, eu não podia ter escolhido presente melhor: fiquei na cama até as 11h (acordando e dormindo toda hora, com o barulho da galera), mas consegui descansar. Dani ficou com a dupla na sala, tentando manter o mínimo de decibéis, tarefa bem difícil! rs

Levantei e fomos almoçar na minha irmã, com minha mãe e irmãos. A avó curtiu os filhos e os netos e ganhou de presente um dos chaveirinhos que passei a semana inteira fazendo:

Voltamos pra casa e aproveitamos a preguiça de domingo e caímos no sono, os quatro! rs Com isso, a criançada ficou na pilha até 21h30, 10h, hora em que o Dani foi pra cozinha preparar a surpresa que anunciou desde cedo! rs Passava das 23h quando um delicioso fondue de queijo regado à sangria (bebida que eu amo, preparada pelo maridão!) veio encerrar com chave de ouro o meu dia. Música, crianças dormindo, fondue, vinho e maridão. Quer melhor?!

Aqui estão as fotos do final de semana das mães:

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E da festinha da Cat:

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O nosso dia

Graças à Cyntia, vou poder mostrar aqui uma coisa que estava DOIDA pra ver! Na semana passada, fui entrevistada por uma repórter da Revista IstoÉ, para uma matéria sobre mães blogueiras. Um fotógrafo foi lá em casa e registrou eu e a dupla dinâmica mexendo no notebook do Dani. Aconteceu que eu procurei em várias bancas e não achei o encarte do Especial Dia das Mães. A repórter vai me enviar. Mas a Cyntia matou minha curiosidade:

 

Quem quiser ler a matéria completa, clica aqui ou aqui!

Hoje tem festinha das crianças na escola. Primeiro Rafa, às 17h, depois Juju, às 17h30. Emoção à vista! Já trouxe a câmera comigo pra poder registrar tudinho! E amanhã a festa continua, dessa vez na natação do Rafinha. Como no ano passado, vai ser uma aula de mães e filhos. Eu adoro esse dia de entrar na piscina junto com o moleque e ver o que ele está aprendendo! E domingo tem almoço na casa da minha irmã. Meu irmão tá vindo de SP e seremos nós três (eu, Gisa e Chris) com D. Fátima e a dupla dinâmica.

Um ótimo Dia das Mães para todas nós que, mesmo estando longe da perfeição e sem querer procurar por ela, damos o nosso melhor para criar filhos felizes e cidadãos responsáveis! Segunda volto com as fotinhos do presentinho que criei pras mães da família, tá?

Deixo todas com um texto que minha mãe mandou por email para as mulheres da Família Rôças:

Minha homenagem às Mães do Clã Rôças

Dona Rosa Narciso Rôças a trouxe para o Brasil. Minha bisavó. Logo que aqui chegou ficou viúva, e criou os filhos lavando roupas para fora. Uma mulher forte, que sozinha criou os filhos, numa época conturbada pelas guerras no Mundo e guerrilhas internas. Deu amor e ensinamentos aos filhos e netos. Faleceu aos 93 anos lúcida, trabalhando ainda. Era respeitada por todos ao seu redor, parentes e vizinhos.

Até hoje minha Mãe lembra dela com carinho e nos conta histórias dela. Era chamada por todos de Vovó velhinha. Dela nasceu minha avó Rosalina. Desde quatro anos, ela ajudava a família a conseguir alimentação, no meio de guerras Mundiais, onde cada dia era reverenciado como uma dádiva divina. Também era uma mulher forte, criou os filhos entre os surtos endêmicos, era a parteira do local onde nossa família começou. Ajudava ao médico da região, em todos os curativos e tudo mais que ele precisa-se.

Aprendeu a ler numa bíblia, sozinha. Era uma avó que tinha prazer em ter a casa cheia, a mesa farta e os parentes e amigos por perto. Era quem me dava comida a boca, já que eu tinha preguiça de comer até os 7 anos. Protegia-me das palmadas de minha mãe. Católica fervorosa, nos ensinou a rezar e tinha um prazer enorme em comprar guloseimas para os netos. Dela nasceu minha Mãe. Essa merece vários parágrafos.

Numa época onde pouco ou nada se sabia sobre criar filhos, começou a geração das Mães que trabalhavam fora. Viúva cedo com cinco filhos, arregaçou as mangas e criou os cinco, formando todos nós. Não tinha tempo para ela e nunca cobrou isso. Nunca vi minha Mãe reclamar de cansaço. Não se desviou um centímetro das metas que tinha traçado com meu pai. Formar os cinco filhos. Para isso trabalhou dobrado, cuidado da casa e dos filhos. Esqueceu dela e vivia para nós cinco. Foi e ainda é nossa grande cúmplice na vida. Já que nos ajudou a criar nossos filhos e ainda ajuda na criação dos bisnetos.

É amada por todos nós, reverenciada pelos netos e o brinquedo bom dos bisnetos. Sempre foi o nosso exemplo. Sei que fui a filha que mais lhe deu trabalho, pelas bagunças que eu arrumava. Hoje ela é a minha grande amiga, com quem converso assuntos de pé de ouvido, e sei que também sou em parte sua confidente. Acho que se deve ao fato de eu ser mais largada, desbocada e meio irreverente, e isso tira um pouco daqueles limites entre Mães e filhos. Se houvesse um concurso para escolha da Mãe que mais acertou na vida, a minha estaria entre elas sem dúvida. E sairia na frente. Ela é uma grande Mulher.

Acho que nunca agradeceremos o suficiente a essa Mulher que tivemos a graça de receber como Mãe nessa caminhada. Mas de qualquer forma fica aqui escrito, para que todos leiam os meus agradecimentos. “Mãe, obrigada por tudo, pela Mãe que foi, pela avó que és. Por todas as noites mal dormidas ou não dormidas. Por cada palavra de ensinamento, por cada gesto seu de Amor. “Obrigada por ser minha Mãe.”

Às outras mães Rôças:

Lígia, minha irmã mais velha. Não satisfeita de ser a Mãe de suas filhas, sempre foi a Mãe dos irmãos e sobrinhos. Criou duas lindas filhas e hoje vovó de três netos, já ensaia o quarto. Se divide entre as filhas, uma no Brasil e a outra nos EUA. Mas nunca se esquece de olhar pelos sobrinhos. É muito carinhosa e vive para as crianças da família, sem distinção.

Lídia, minha irmã solteira. Essa foi a grande Mãezona da todos os nove netos e seis bisnetos (1 ainda por chegar) de minha Mãe. Tia Dida para todos, não poupou noites de sono. A grande companheira e cúmplice de todos os sobrinhos. Foi a que se deu melhor, já que é a Mãe substituta de todos os sobrinhos. Ela sempre foi o playground dos sobrinhos, com sua imaginação fértil, até hoje recreia as nossas crianças. Na dúvida, disk tia Dida! Ela é a verdadeira Mãe fera, parte na frente derrubando tudo e todos se preciso for pelos sobrinhos.

Denise, minha irmã mais nova e minha filha de criação. Cinco irmãos, cada um cuidava do outro e eu sempre olhei por ela, já que é minha afilhada (e que depois de casar deixou de me chamar de Dinha…rs). Coisa feia. Ela é Pãe, cria dois filhos sozinha, já que é separada. Os filhos dela, foram meus primeiros netos. Não se sabe quem é filho e quem é a Mãe ali. É companheira dos filhos e procura sempre entender o que eles estão sentindo ou pensando sem ser a Mãe castradora.

Maria Rosa ( Rosinha para todos nós), essa não é Rôças, mas é a Mãe de meus sobrinhos, filhos de meu irmão. Grande Mãe também, adotou os sobrinhos que cobre de carinhos e mimos. Orgulha-se de cada conquista deles. Criou meus dois lindos sobrinhos, fazendo deles adultos fortes e bem resolvidos. Poderia ser tranquilamente uma Rôças! Pois tem a nossa força!

Flávia, minha sobrinha. Mora fora do Brasil, tem duas lindas crianças. É a nossa preocupação constante, já que longe de nós, tem que passar por tudo sozinha com o marido,sem ter nosso Amor mais de perto. Mas está se saindo muito bem, e sempre que pode está entre nós. Não deixa a filha esquecer-se da família no Brasil.

Carla, minha outra sobrinha. Meio metro de Mãe, mas que Mãezona ela está se saindo. Já vai ser Mãe pela segunda vez. Que graça é vê-la interagir com a filha Carol, brincar de boneca com ela e com seu jeito moleque, educar a filha com extremo cuidado e carinho.

Michelle, minha filha. Essa já nasceu Mãe. Sempre foi a Mãe dos irmãos e primos. Que orgulho tenho dessa Mãe! Está sempre antenada no que é melhor para os filhos. Sempre esta atenta ao que esta sendo vivido por eles. É a verdadeira Mãe moderna. Meus netos foram sortudos por receber essa mulher como Mãe.

Eu…. rs Não podia passar batido, pois também sou Rôças Eu acertei errando. Tive ajuda o tempo todo de minha Mãe. No dia que peguei meu neto Rafael (meu primeiro neto) no colo pela primeira vez, passei a entender minha Mãe em gênero ,número e grau. Tenho três grandes filhos, que nunca me deram dor de cabeça. Hoje olhando esses três lindos adultos penso: Que sorte que eu dei.

Nosso Clã ainda tem como crescer, já que a minha filha Giselle, minhas sobrinhas Ana Maria e Clara ainda não começaram sua prole. Mas com esse histórico, tenho certeza de que também serão grandes Mães.

Àtodas vcs, meu beijo e abraço pelo Nosso Dia! E a certeza de que é muito bom passar pela vida, escrevendo lindas histórias.

Com Amor
Fátima Rôças
Filha, Mãe e Avó