Haja imaginação!


Créditos aqui

Vai chegando o final de semana e eu já começo a vasculhar a Internet em busca de programação pra criançada. Gosto de alternar programas ao ar livre com um teatrinho ou cinema, pra poder curtir tudo o que a cidade oferece. E, nos últimos dias, tenho turbinado essa busca por atividades diferentes, já que as férias estão chegando…

Pela primeira vez na vida vou tirar férias junto com as crianças e poderemos curtir uns diazinhos juntos! Não vai ser dessa vez ainda que a família vai curtir uma viagem junta, mas ano que vem finalmente teremos crianças com idade suficiente pra colocar o pé na estrada e curtir. Enquanto isso não acontece, já estou anotando na agenda eventos, lugares diferentes e programas alternativos pra tirar a meninada de casa em julho!

Pretendo reunir essas informações em um próximo post, pra todo mundo poder compartilhar. Nesse caso, que tal participar me enviando sugestões de programas e locais pras crianças curtirem nas férias? Como tem gente aqui de outros estados, não precisa ser dica só daqui do Rio, não, tá? Fico aguardando seu email, aí junto tudinho em um post e publico aqui. Que tal? Vale brincadeiras pra fazer em casa, passeios ao ar livre, sugestões culturais… Manda ver!

Esse final de semana eu achei que dois filhos era pouco e “importei” uma terceira criança! rs A Sabrina está viajando a trabalho há uma semana e, por causa disso, o Miguel, amigão do Rafa, não foi à escola durante todo esse tempo. E a saudade do amigo bateu. Resolvi ligar ontem pra saber se ela já tinha chegado e, como isso ainda não tinha acontecido, resolvemos deixar os dois se falando ao telefone.

E que coisa fofa!Eles conversaram pra caramba, contaram um monte de novidades, 90% fruto de suas fértil imaginação. Rafa começou a contar que tinha mergulhado lá no fundo da piscina, lutado com um tubarão que se transformou em dinossauro e deu um pulo! ahahaha Do outro lado da linha, o Miguel virou pro pai e falou: “nossa, pai, o Rafa lutou com um dinossauro”. Figuras! O Elmo, pai do menino, ficou com tanta peninha que saiu de Jacarepaguá pra deixá-lo aqui em casa brincando. Rafa ficou pulando de alegria esperando o amigo chegar!

 Os dois almoçaram juntos enquanto Juju dormia, depois brincaram de super heróis, se fantasiaram, dançaram… uma farra! No final da tarde, fomos pra Quinta da Boa vista pra ver a exposição dos dinossauros no Museu Nacional. Pena que chegamos lá e estava fechando! :( Como não tem tempo feio com criança, rolou brincadeira de bola, churros, pipoca e pula-pula até o sol se pôr. O fim do dia, como sempre, foi no Mc Donald´s, pra ganhar brinquedinho. Às 20h todo mundo já tava dormindo, tamanho o cansaço! Eu tô aqui só o pó da rabiola… rs

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Quando o final de semana é ensolarado, como esse último, é uma beleza distrair a galera. Agora, quando a chuva insisti em cair e o tempo esfria, o negócio é usar a imaginação! Semana passada rolou cabana no quarto, livros de história, lobo mau correndo atrás dos porquinhos e muita massinha. Haja imaginação pra ocupar essa dupla!

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Quando vale a pena…

Hoje, depois do episódio que contei no post anterior e todo aquele sentimento de frustração em relação às pessoas que ele me causou, fui surpreendida com uma encomenda aqui em casa que me deixou SUPER emocionada! Vejam com os próprios olhos o que a Aninha Reis, minha amiga e companheira de Scrapblog, fez pra mim, usando os mesmos papéis que eu AMEI e elogiei quando ela usou no chaveirinho dela:

E pensam que acabou? Ela ainda mandou várias fitinhas e ricracs pra mim que são a coisa mais linda e lembrancinhas da festinha do Arthur! Rafa AMOU, ficou o resto da noite de máscara dos incríveis e está jogando jogo da memória, seu vício atual, com o pai!

Aninha, preciso te dizer que fiquei super feliz e tocada com seu carinho? Em um dia tão complicado como hoje, encerro a noite recebendo uma demonstração pura de carinho como essa. Fiquei emocionada! Obrigada, viu?

Olha a cara de alegria do Rafa (e assim dá pra imaginar a minha!):

Plantando e colhendo

Esses dias eu fiquei meio distante daqui. Tentei descobrir porque, afinal de contas, é um lugar que eu freqüento praticamente todos os dias há quatro anos. Foi quando percebi que, como eu disse no outro post, uma coisa chata estava me deixando com a cabeça fora do lugar, então eu não tinha vontade nem de escrever por aqui…

Pois bem. Vou contar. E por várias razões. Uma delas porque compartilhar é sempre bom. Outra, porque eu gosto de achar que a justiça sempre é feita, seja por pessoas aqui na Terra (o que, infelizmente, está cada dia mais raro) ou pelo povo lá de cima.

Todo mundo acompanhou aqui quando a minha antiga babá folguista simplesmente decidiu ir embora, do nada, me deixando na mão. A Neuma, lembram? A mesma que eu ajudava, tinha pena porque o filho passa fome na Bahia, ela não teve oportunidades na vida, nem de estudar, e passou por vários perrengues. Além do salário, carteira assinada, tudo nos conformes, eu sempre ajudei no que pude, paguei dívida da C&A porque os juros estavam exorbitantes, comprei passagem pra ir pra BA resolver problema do filho, deixei dormir na minha casa nas noites que ela não tinha pra onde ir.

Pois bem. Essa mesma pessoa que sempre pôde contar comigo e recebeu tudo o que sempre teve direito (e muito mais) me colocou na justiça, alegando que eu nunca tinha pago as verbas rescisórias pra ela. Pior, dizendo que eu a tinha demitido sem nenhuma razão. Recebi a intimação há duas semanas e fiquei super mau. Principalmente depois de perceber que todos os recibos que a fiz assinar haviam sido furtados da minha casa.

Mas não fiquei arrasada só porque teria que pagar novamente algo que já havia feito, não. O motivo principal é outro: me senti traída. Desrespeitada. Praticamente uma idiota. Ler a inicial do advogado dela e todas aquelas mentiras ao meu respeito me deram embrulho no estômago. Nojo. O que só piorou quando, no final de tudo, o advogadozinho (já vi que vai ter gente chiando! ahahahah) colocou a palavra justiça em caixa alta, com várias esclamações a seguir. Justiça? Que justiça?

Foram duas semanas ansiosas, com direito a ida a delegacia pra registrar o furto dos documentos, conversas com advogados, embrulho no estômago. É ruim a gente querer ajudar as pessoas, tentar fazer a nossa parte e se sentir um idiota por isso, concordam?

Eis que hoje foi o dia da primeira audiência. Lá fomos eu, Dani e a advogada para o TRT. Eu tremia, enojada com a possibilidade de olhar para a cara daquela pessoa. Ao sermos chamados pelo juíz, nos sentamos e ficamos aguardando. Enquanto a “reclamante” não chegava, batemos papo, ele me perguntou se eu tinha pago tudo e eu respondi que sim. Naquele momento eu percebi que ele acreditou em mim.

Pode parecer bobo, mas me senti aliviada. Primeiro porque eu realmente tento fazer tudo certo. Segundo porque senti um último respiro da justiça nesse país. Alguns juízes novos, como o que estava ali na minha frente, parecem estar mudando (ou pelo menos tentando) o negócio que a justiça trabalhista virou nesse país. “Ganhar dinheiro fácil”, é o que se diz por aí. Como se abrir mão de princípios e ética fosse algo barato.

Se a participação do povo lá de cima foi relâmpago, isso eu não sei. Mas o fato é que ela nem chegou a aparecer no tribunal. Talvez tenha colocado a mão na consciência. Ou então ficou com medo de ser “descoberta”. Ou, sabe-se lá, recebeu o que merece em algum subúrbio carioca. O saldo dessa aventura desagradável? Além da conta do advogado, confesso que a raça humana perdeu mais alguns pontos comigo. Lealdade, gratidão e honra parecem ser conceitos que, com o tempo, ficaram antiqüados para algumas pessoas.

Eu continuo acreditando que colhemos o que plantamos. E é por isso que vou continuar fazendo a minha parte. Com mais cautela, escolhendo melhor as pessoas com quem convivo, isso é certo. Mas sempre lembrando tim tim por tim tim o que minha mãe me ensinou. E o que vou continuar ensinando aos meus filhos.

Eles nunca chegaram.

Estado interessante II

E a família vai aumentar novamente! O “timming” não podia ser perfeito… Justo agora que Juju está virando uma menininha e deixando pra trás a fase de bebê, vamos ter a chance de começar tudo de novo! Em breve, voltaremos a acompanhar barriga crescendo, descoberta do sexo, ansiedade com a data do parto e compras de enxoval. Correria pra maternidade, primeiros dias de vida, roupinhas miúdas… Que delícia!

E o melhor disso tudo? O baby vai morar em outra casa: na da minha irmã! ahahahha Eu vou ser titiaaaaaaaa! Rafa e Juju em breve ganharão um(a) priminho(a). A bagunça vai aumentar, a farra também. E em fevereiro do próximo ano o mundo vai ganhar mais um Rôças! Já não era sem tempo! ;)

Ficamos sabendo da grande novidade na sexta. Minha intuição já estava me avisando que algo vinha por aí. Quando a Gisa me encontrou no shopping dizendo que tinha uma novidade pra contar eu tive a confirmação de que meu sexto sentido não ia falhar. Ainda tá bem no início, umas cinco semanas, mas a família já está em festa! Minha mãe vai ganhar o terceiro neto!

Eu contei pro Rafinha quando fui buscá-lo na brinquedoteca do shopping. Disse pra ele que tinha uma novidade pra contar, ele ficou todo interessado. Falei que tinha um bebê na barriga da tia Gisa e que ele ia ganhar um priminho. Passamos em uma lojinha, compramos uma roupinha e eu disse pra ele dar pra tia. Quando chegou perto dela, ficou meio envergonhado, olhando pra barriga. Depois, virou pra mim e falou: “mãe, conta a novidade pra ela!” ahahahaha Figura!

Quando já estávamos chegando em casa, ainda no carro, ele virou pra mim e disse “mamãe, o neném da tia Gisa já saiu da barriga e é pequenininho, né?”. Fofo! Eu expliquei que ainda falta muito tempo pro bebê nascer, que a barriga primeiro tem que ficar grandona. Ontem à noite, brincando na cama com a irmã, ele virou pro pai e falou: “que bom que eu tenho uma irmã pra brincar, né? E eu vou ganhar um primo”. É ou não é lindo? Agora tenho mais um pra fazer álbum de scrap! ahahaha