Blé, blé

Tô meio bléh! ultimamente. Então, pra não deixar esse blog às traças, fotos da criançada no final de semana. Tem também a Elis e o Guilherme, que voltei pra apertar as (já crescidas) bochechas e aproveitei pra levar a turma. Rafa e Juju ficaram encantados com ele! Juju ficava fazendo carinho e falando “neném, neném”. É realmente uma adulta! rs

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Home alone

Hoje, domingão, eu estava morta de cansaço! Alguns últimos acontecimentos também têm me deixado um pouco chateada (pra não dizer $@%#@ da minha vida!) e isso contribui pra eu não querer fazer muita coisa além de ficar deitada… Depois de ir almoçar com o Dani no Outback, um de nossos restaurantes favoritos enquanto as crianças ficavam com a babá cochilando, ganhei de presente algo que não acontecia há dois anos: ficar em casa sozinha!

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Déjà vu

Quando temos o segundo filho, passamos pela estranha experiência de viver o novo pela segunda vez. Parece coisa de maluco, mas é assim mesmo, tudo um pouco misturado, pra falar a verdade. Ao mesmo tempo que já temos uma bagagem com bebês, dificuldades, técnicas, sentimentos, não fazemos a menor idéia de como vai ser a vida com duas crianças em casa. Mal nos adaptamos a viver em uma família de três e lá vamos nós começar tudo de novo…

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Uma tarde no Zoo

Ontem amanheceu um dia lindo! Como eu tive que pular cedo da cama por causa de um compromisso e cheguei em casa por volta das 11h, não deixei a preguiça me pegar: contrariando os pedidos do meu corpo, vesti a galera, dispensei a babá mais cedo e partimos para a Quinta da Boa Vista, para a grande estréia da Juju no zoológico! Quer dizer, estréia do lado de fora da barriga, porque na primera vez que levamos Rafinha ela já estava aqui dentro sem nem desconfiarmos… rs

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Declaração de amor

Sexta eu ganhei o dia de folga e fui fazer uma das coisas que mais me dá prazer: levar Rafinha na natação. Eu adoro ver a espontaneidade dele quando chega e saúda os amigos com um “cheguei, pessoal!” ou a carinha dele de alegria quando cai na água, todo orgulhoso dos seus movimentos ágeis e “bravura” ao mergulhar. Fico ali sentadinha com os olhos brilhando, algumas vezes com lágrimas disfarçadas, sem perder um único passo do meu peixinho.

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