Feliz Ano Novo!

Amanhã, exatamente a essa hora, estaremos ao som de fogos de artifícios, presenciando a chegada de um novo ano. É incrivel olhar pra trás e imaginar que mais 365 dias se passaram desde a última vez que fizemos isso. Pensando friamente, é sempre a mesma coisa, tudo continua exatamente como estava antes da meia-noite. Mas, o que seria da gente sem esse tão ansiado recomeço?

Como todo ano, hoje Rafinha foi trabalhar comigo. De manhã foi ao cinema assistir a Madagascar novamente, na companhia da tia Gisa e da Juju, que fez sua estréia oficial na telona. Pena que eu não estava perto pra ver. Diz a tia que ficou quietinha, com os olhões na tela, mas precisou da chupeta e do neném pra ficar sossegada no final. Fui encontrá-los no shopping na hora do almoço, fiz um lanche com eles, pequei meu moleque e a branquinha foi pra casa tirar sua soneca.

No meio da tarde Rafa começou a “dar defeito”, desliguei o computador e dei por encerrado o meu ano de trabalho. Fomos fazer o mesmo com o Dani, tentando resgatá-lo mais cedo no escritório. Ainda tomamos um chá de cadeira por uma hora, até convencer a alma a largar o trabalho um pouco.

Agora ä noite, fomos assistir a “Marley & Eu”, o que SUPER recomendo. Li o livro, já tinha ficado fã. E o filme foi super fiel à história, ótima adaptação do roteiro. Sem contar que eu adoro a Jennifer Aniston, então foi uma ótima forma de fechar o ano. Muitas lágrimas foram derramadas no final, super emocionante, vale a pena!

Agora, vou dormir. Recarregar as energias – e torcer pra essa dor de garganta ir embora – para o dia de amanhã. Quero me reabastecer de muita coisa boa, receber de braços abertos o ano que vai chegar. E imaginar que muitas páginas em branco me aguardam para serem preenchidas, se Deus quiser, de boas histórias e fotos cheias de sorrisos. Eu, Dani, Juju e Rafa estaremos juntinhos, à beira da Lagoa, celebrando a esperança. Desejando muitas coisas boas, muita saúde e união. O amigão Miguel e seus pais estarão junto conosco, porque é sempre bom ter amigos por perto. É por isso que espero ver todos vocês aqui, comigo, no ano que vem. Trocando, crescendo, compartilhando, aprendendo. E provando que a tecnologia pode nos render muitos bons frutos!

Feliz 2009! Nos vemos ano que vem! :c)

Resoluções de ano novo

Mais um 31 de dezembro se aproxima e, como de praxe, hora de começar a desacelerar um pouco, refletir sobre o ano que passou e começar planos para o que está por começar. Boa essa sensação de recomeço, viu? Sinceramente não sei o que seria de nós sem esses ciclos se encerrando de tempo em tempo, nos dando chance de começar tudo de novo…

Não posso reclamar de 2008. Foi um bom ano. Olhando pra trás, fico feliz em ter conseguido cumprir os planos que tracei no final do ano passado. Um deles, a mudança para a casa nova, foi aos 45 minutos do segundo tempo. Mas valeu, se valeu! Agora, é vez de começar a traçar metas para os próximos 365 dias. E recuperar as energias pra começar 2009 com o pé direito.

Uma das sensações mais interessantes do ano que passou foi a de “volta aos trilhos”. Acho que só tem quem filho pequenininho vai me entender. Depois do nascimento do Rafa, passamos a viver em uma realidade paralela, um tempo diferente, sem muitas chances de curtir de verdade coisas que sempre gostamos e, ao mesmo tempo, uma necessidade muito grande de concentrarmos nossos esforços e atenções ao pequeno. Eu observava meus amigos fazendo algo legal, como uma viagem, e pensava: “quero voltar a fazer isso”.

Quando eu pensei que isso fosse voltar a acontecer, veio Juju. E lá voltamos nós para o começo, com bebezinho pequeno, fraldas, orçamento mais apertado, gastos novos. Os planos tiveram que ser trocados. E aquela sensação de “stand by” continuava. Não que eu achasse que estava perdendo o meu tempo ou coisas do tipo, é claro. Mas uma parte importante da minha vida estava me fazendo falta.

Eis que chega 2008. E os planos voltaram à nossa vida. Viagem, carro, casa nova, programas em família, passeios diferentes, novos hobbies. Como que em uma avalanche, queríamos tudo ao mesmo tempo. Passamos o ano planejando, sonhando e conquistando. É claro que tropeçamos algumas vezes, achamos que não conseguiríamos vááárias outras. Mas continuamos tentando. E, olhando para trás, vejo fotos maravilhosas da gente em NY, vendo neve pela primeira vez na vida. Das crianças brincando juntas, já maiorzinhas, nos acompanhando cada vez mais em programas diferentes e divertidos. De nós dois no Chile, em uma viagem de última hora, inesperada, e deliciosa. Dos pequenos curtindo um domingo no clube ou tomando picolé na Lagoa, felizes da vida. Da nossa casa nova, tão esperada, e do fim daquela sensação ruim de “não estar em casa”. Todas essas fotos tiradas com a minha Nikon D40x, mais um plano concretizado. Gostoso, né?

Como não dá pra parar e é preciso querer cada vez mais, me arrisco a fazer uma nova lista. Menor, porque em 2009 eu espero muito menos: quero saúde pra mim e pra quem eu amo, muita disposição e trabalho para manter o que conquistei em 2008.

  • Fazer a primeira viagem de férias com as crianças;
  • Visitar a Malu em DenHaag, Holanda;
  • Estudar mais fotografia, quem sabe fazer o curso que não fiz em 2008?;
  • Cuidar da minha saúde. Perder peso e tentar encontrar uma atividade física que eu consiga manter. Fazer um check up completo;
  • Manter a meta de 2007 firme e forte, como em 2008: ler, ler e ler;
  • Ter mais paciência com a criançada, reservar um momento do dia só para eles, sem computador para me distrair;
  • Empurrar o Dani pra frente, estimulando um novo hobby e uma atividade física que ele tanto diz que vai começar.

E você? O que espera de 2009?

Conexão Rio-Vancouver

Ontem, apesar da chuva, me aventurei com as crianças até o Via Parque para encontrar com a Ana e a Malu, que estão no Brasil. O shopping estava absolutamente lotado, então, infelizmente, acabamos nos desencontrado da Malu, e subimos para um restaurante com brinquedoteca, onde a criançada se divertiu!

Quem também estava lá e finalmente conheci pessoalmente foi a Flávia, aka Flavoli, mãe da Luiza. Ela é uma daquelas pessoas que eu já “conhecia”, só faltava ver pessoalmente… rs Então, dá pra imaginar que o papo engatou na boa, como se já nos conhecessemos há algum tempo, né?

Conheci a Alice, uma fofa, a cara da mãe! E Laurinha e Rafa ficaram os melhores amigos, ela até queria ir pra minha casa depois! ahahahah Ficamos conversando por algumas horinhas enquanto a criançada brincava (ou não, tá todo mundo atacado sem escola! Socorro!!!), colocando a conversa em dia e matando a saudade. A Ana já vai embora pro Canadá semana que vem, tão cedo nos veremos de novo… :(

À noite liguei pra Malu e já combinei dela vir aqui em casa semana que vem. Quero ver se a Ana consegue vir também! Assim, faço um “estoque” antes delas irem pra longe, já que vou ficar com saudades!

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And so this is Christmas

E finalmente, pelo menos para Rafinha, o Natal chegou! Nos reunimos na casa da vó Lêda, como manda a tradição, e o ponto alto da festa foi ver a expressão do Rafinha ao abrir um dos presentes e ver que havia ganho a garra do Max Steel que tinha “esquecido” de pedir! rs

Aproveitei a manhã mais calma, moleque dormindo na casa da tia Dida, Juju rondando o computador, pra fazer um scrap, porque não queria esquecer nenhum detalhe desse primeiro Natal em que Rafinha começou a curtir a data de verdade! Curtam as fotos!

Créditos:

Kit Once Upon A Christmas by Designs by Lili @ Scrapartist

Journaling: Vocês estão crescendo. E, a cada Natal que passa, começam a curti-lo da maneira que a maioria das crianças fazem: com muita ansiedade e alegria! Rafinha contou os dias para a chegada do Natal. Escreveu cartinha para Papai Noel e pediu o “monstro de espinho com botão preto que aperta e abre as facas na mão”. Juju não tem muita noção do que está acontecendo e, devo confessar, ainda não acertamos muito com os presentes dela. Já sabemos que não curte muito bonecas, mas adora carrinhos e bonecos do Max Steel! Influência do irmão?

Como fazemos todos os anos, nos reunimos na casa da Vovó Lêda. Enquanto ela preparava guloseimas na cozinha, vocês dois brincavam com o tio Chris, corriam pela casa dando gargalhadas, espalhavam brinquedos e alegria por onde passavam. Antes de chegarmos, Rafinha entrou em uma loja e viu a “garra do Max Steel” na prateleira e começou a pedir pra comprar. Eu expliquei que era preciso esperar para ver se o Papai Noel não traria, mas ele não se conformava, chorando muito:

- mamãe, eu quero muito, muito, muito comprar a garra!
- Rafinha, é melhor a gente esperar para ver se o Papai Noel não vai trazer.
- Não, eu não pedi isso, escolhi o monstro.

Depois de falar isso, aí que ele começou a chorar mais desesperado ainda. E falou:

- Mamãe, eu pedi o brinquedo errado!

Tadinho, me deu uma pena dele essa hora! Como as crianças são inocentes. Expliquei que ele se comportou bem esse ano, então podia ser que o Papai Noel trouxesse dois brinquedos. Mas ele não se conformou, só quando eu prometi comprar a garra se ele não ganhasse à noite.

Após a prece e a ceia, finalmente a grande hora chegou. Dava pra ver nos olhinhos, principalmente no dele, a ansiedade pelo que estava para acontecer. Em uma sala, eles se sentaram no colo do tio Chris e começamos a cantar músicas de Natal. Vez ou outra, alguém tocava um sino na sala ao lado ou dizia que estava vendo alguma coisa vindo do céu. E eu me lembro exatamente da sensação que isso me causava quando eu era criança…

Depois que todos os presentes foram colocados debaixo da árvore de Natal, liberamos a criançada para ir até lá. Primeiro, aquela encenação, com todos correndo para a janela, apontando algo no céu e se despedindo do Papai Noel. Depois, a alegria, ansiedade e surpresa no rosto do meu menino quando começou a abrir seus embrulhos. Um dos primeiros foi a garra que ele tanto queria. Não dá pra descrever a surpresa e o brilho em seus olhinhos quando, ao rasgar o papel, viu o presente que “pediu errado”. Me chamou pra mostrar, todo feliz. Depois, veio me contar todo surpreso:

- Mamãe, o Papai Noel trouxe a garra mesmo sem eu ter pedido!
- Rafinha, ele sabe o que a gente quer, entende? Por isso trouxe também esse presente.
- E eu ganhei dois, mesmo tendo me comportado mais ou menos!

Caímos na risada! Primeiro porque não sabemos de onde ele tirou isso. Segundo porque um molequinho daquele tamanho com tamanha auto-crítica é de se espantar! rs Expliquei que ele é um menino comportado, mas que pode melhorar ainda mais no próximo ano e ser um pouco mais obediente.

Juju ficou sentadinha no sofá, assistindo a tudo aquilo sem entender muito. Vovó Fátima a ajudou a abrir seus presentes, carrinhos e uma minicozinha cor de rosa. Ano que vem a festa vai ser maior ainda, com os dois entendendo direito o que está acontecendo e curtindo cada momento desse dia responsável por tantas boas lembranças da minha infância!