Contagem regressiva

Daqui a exato um mês minha branquinha completa três anos! Dá pra acreditar? Deixa pra trás qualquer traço de nenenzinho e encerra de vez a minha carreira de mãe de bebês. Agora, começamos uma nova fase, com um rapaz e uma moça dentro de casa!

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#2… and still counting!

Hoje recebo uma ligação da professora do turno da manhã do Rafinha. Logo tomo um susto quando recebo telefonema da escola. E a voz dela estava apreensiva, apesar dela repetir que o menino estava bem. Até que eu percebo o motivo da preocupação: Rafa havia acabado de quebrar o segundo par de óculos de sua carreira. Como? Brincando de dar “testadas” no Miguel e cair na gargalhada. Pode uma coisa dessas?

A Gabi me disse que ligou porque Rafa começou a chorar, preocupado, pedindo pra ela falar comigo, senão eu ia brigar! kkkk Eu e o pai sempre repetimos que ele precisa cuidar dos óculos. Mas, é claro, sabemos que criança é assim mesmo e o óculos reserva taí pra isso, certo? Tratei de tranquilizar a professora (que também estava tensa, já que o outro também foi quebrado na escola) e dar o recado pro menino que ele tava liberado do castigo… rs

E agora temos a nova média de duração dos óculos do Rafinha: 5,5 meses. Tá bom, né? Preciso lembrar de comprar armações mais baratas…

Primeira parada – Holanda

A idéia dessa viagem surgiu justamente porque a Malu se mudou pra Holanda ano passado e eu disse que iria visitá-la no ano seguinte. Já fazia um tempo que queríamos voltar à Europa e, depois de seis anos, eis que conseguimos!

Embarcamos no Rio no fatídico vôo 445 (ex 447) da Air France e chegamos a Paris de manhã. Embarcamos logo em seguida para Amsterdam e, cansados, pegamos o trem do aeroporto de Schipol para a cidade. Nosso hotel ficava bem na rua principal, próximo à Dam Square, a praça principal. Foi ótimo, porque não estávamos no meio da muvuca e do barulho dos bares e cafés, mas ficamos a uma distância ótima para caminharmos.

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De trás pra frente

Vou começar minha série de posts sobre a viagem pelo fim: a chegada em casa! Foi uma delícia reencontrar as crianças depois de 12 dias sem vê-los. Todos os dias ligávamos pra casa, algumas vezes eles falavam com a gente, outras não estavam muito a fim. Minha mãe sempre nos manteve por dentro do que tava acontecendo por email ou nas ligações diárias.

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