Quer uma babá?

De vez em quando ouço alguma de vocês falando que está sem babá ou diarista, então resolvi contar aqui no blog que a Beth, essas que vocês já estão cansadas de conhecer, está de volta ao Rio. Ela ficou com o filho no Piaui, resolveu umas coisas por lá, e agora está querendo voltar a trabalhar. Não mais no esquema que ficou aqui em casa, dormindo todos os dias ou morando, mas sim umas três vezes na semana, podendo até dormir uma noite ou duas. Nem preciso dizer que ela é super de confiança, uma pessoa muito carinhosa e prestativa. Super recomendo. Quem quiser entrar em contato com ela, me manda um email que eu passo o telefone, né?

De volta à programação normal… ;c)

Projeto de filme

Ontem à noite, Rafinha dormindo na casa do Miguel, Juju com a tia Dida, voei pra Barra pra pegar ainda Crepúsculo em cartaz. Sim, o vício funciona dessa forma…. ahahah Eu sabia que ele não era nada de outro mundo, mas não ia perder a chance de passar duas horas com Edward. Certo? Agora, com a autoridade de quem devora os livros sem qualquer piedade e grava na memória cada detalhe, vou falar pra vocês tim-tim por tim-tim a minha opinião sobre Crepúsculo. Me digam se concordam! rs
 
1) Gostei do filme. É impossível não gostar de passar duas horas com Edward, apesar dos pesares…

2) Achei que o roteiro do filme foi bom, fiel ao livro, abordando os assuntos principais, mais importantes para que a história fizesse sentido e quem não leu o livro pudesse acompanhar.

3) Gostei da Bella, acho que ela convenceu. Passou toda a impetuosidade dela, talvez tenha faltado um pouco mais de paixão…
 
E, por falar em paixão, vamos ao que eu não gostei! ahahah
 
1) Direção PÉSSIMA. Sinceramente? Parecia filme de TV ou filme B! rs Várias vezes a minha reação foi falar alto “tosco!” Apesar da locação ser linda, aquelas florestas, até mesmo os cenários das casas da Bella, do Edward e da escola estavam bem reais, como eu imaginei. Mas o filme me pareceu uma sucessão de cenas coladas uma atrás da outra, sem me dar muita sensação de continuidade. Os atores estavam bem perdidos, os diálogos, nada naturais. Muitas vezes as reações eram forçadas, bem esquisito mesmo…
 
2) Por falar em esquisito, o que foram aqueles personagens?! CRUZES! Vou começar pelo menos importante: aquele Eric (o japa) parecia um retardado, meu Deus! A Jéssica até ficou fiel, mas o Mike também parecia meio mongol. Aliás, os alunos ficaram bem monguinhos, né? Não sei porque optaram por isso… Mas, o pior de tudo pra mim foi a caracterização de alguns dos vampiros. RIDÍCULO! Como eles se passariam por humanos com uma aparência daquelas!? ahahahah Pareciam zumbis, não vampiros! E, pior, muitas vezes eu me lembrei dos mutantes daquela novela patética da Record! ahahahah
 
Os piores pra mim foram o Jasper (de loooooooonge, o que era aquele olhar retardado dele arregalado e aquele cabelo?!), a Esmes (nossa, ela parecia maluca, e não a doce e carinhosa “mãe de todos”) e a Rosalie (que sempre foi descrita como a mais linda de todas e a Bella a deixava no chinelo!). O Carlisle também tava bem esquisitão, parecendo um morto vivo. E, sinceramente? Não sei quem foi responsável pelo casting, que atores ruins! ahahahahhaha
 
3) O Robert Pattinson até que correspondeu do ponto de vista físico. Eu já tinha falado que, mesmo sem ele ser lindo e maravilhoso, se conseguisse ser charmoso ia ganhar meu coração. E eu achei que ele ficou charmosão, pouco artificial como os outros, parecendo realmente um humano branquelo. Massssssss…. Eu achei ele bem desconfortável no papel. No final acho que já tinha relaxado e aprendendo um pouco mais a ser o Edward, mas no início, Jesus! O que foi aquela cena dele na aula de biologia tendo nojo da Bella? Que coisa caricata! Justo ele, que é tão discreto! Aquela cara de nojo dela foi patética, em poucos momentos ele conseguia parecer que estava com uma luta interna entre a vontade de pular no pescoço dela ou não. Pra mim, parecia que estava com dor de barriga! ahahahah
 
E em vários momentos foi assim. Os meus olhos se deliciaram com o que viam, mas minha mente de quem sabia todos os detalhes do livro não descansava… ahahahh Fiquei imaginando o que um bom ator teria feito com um personagem tão complexo e cheio de possibilidades como esse. Ele tentou passar a força que fazia o tempo todo para se controlar, a raiva, a paixão, mas foi tudo tão… humano! rs Eu não consegui sentir sinceridade, me convencer realmente que ela a amava mais que tudo, faria qualquer coisa pra protegê-la e virava um monstro quando ela estava em perigo. Soou pouco verdadeiro.
 
E a paixão, minha gente?! Cadê a paixão e a química entre os dois? Cadê aqueles momentos em que até a gente, do outro lado do livro, fica sem fôlego? Tudo bem que na primeira metade do livro ele ainda não percebeu a força do amor que tem por ela, mas no final ele já era perdidamente apaixonado! Senti muita falta de diálogo entre Bella e Edward. Vocês perceberam que eles praticamente não tinham diálogos? ahahah Como pode? Trocavam umas cinco falas e mudava a cena! Grrrrr. Uma das coisas mais fortes do livro são os diálogos entre os dois, a forma como eles falam de maneira inteligente, perspicaz, trocam carinhos e ao mesmo tempo um pensa mais rápido que o outro. E eles passam mais da metade do livro falando e no filme praticamente não fazem isso. Direção ruim. Muito.
 
4) Algumas cenas foram desperdiçadas e outras foram totalmente inúteis, eu nem colocaria no filme! ahahahah
 
==> A do primeiro beijo: como assim, Galvão? O primeiro beijo deve ter rendido umas quatro páginas no livro e foi aquela coisinha no filme? E a tensão do medo dele pular no pescoço dela e o amasso acabar em Galinha ao molho pardo? ahahahah E o romantismo dele, a emoção de ser o primeiro beijo na vida dos dois (era o primeiro beijo do cara em 110 anoooooos! Socoorro!), a forma como ela reage, agarrando nos cabelos dele e não soltando mais, depois desmaiando, o coração parando de bater? Ai, ai… Magoei. Em nenhum momento do filme eu ouvi o divertido “Respire, Bella” que se repete em todos os livros. Sim, o coração da menina parava de bater quando o mocinho a beijava. Dava pra incluir isso no filme? ahahaha
 
==> Quando ela descobre: o que foi aquela cena tosca na floresta? Primeiro que não é assim no filme, mas tudo bem. Mas ele mandando ela falar alto “vampiro” não fez o menor sentido pra mim. rs E os efeitos especiais toscos (não tem jeito, tosco é a palavra ideal! ahahah)? Ele correndo à “Super Man”, os pulinhos nas árvores? Lamentável… A ceninha dele ao sol também foi meio “encaixada” ali, acho que eles não conseguiram encontrar outro jeito. Fiquei com vergonha de ver o Edward daquele jeito! ahahah No livro parecia tão mágico! rs Aliás, aquela parte inteira do livro em que eles passam o dia na floresta e ele mostra pra ela como fica no sol é uma das partes mais bonitas do primeiro livro. É quando os dois realmente assumem que estão apaixonados perdidamente. E cadê ela, Galvão? rs
 
Resumindo? Eu gostei, apesar de parecer o contrário. Mas fiquei com pena do filme não ter sido levado à sério pelas grandes produtoras. Aliás, pena, não, fiquei sem entender nada. Era record de bilheteria na certa, mesmo que a Glória Perez fizesse o roteiro e o denis Carvalho dirigisse! ahahah A qualidade da produção foi muito ruim. E isso inclui as coisas mais básicas: figurino, casting e caracterização dos personagens, diálogos, maquiagem e direção. Espero que o segundo filme já tenha chamado mais atenção de nomes de peso, é disso que o novo filme precisa!
 
Ah, o Robert Pattinson pode continuar sendo o Edward, eu deixo! rs Só precisa de umas aulinhas de teatro e um bom diretor ao lado dele, tá? Ah! E ele também poderia ler os livros, ia ajudar bastante. Ouvi uma entrevista dele no YouTube onde ele solta a pérola de que não leu nenhum dos livros, dá pra acreditar?
 
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A minha alegria foi chegar em casa e, na hora de dormir, me surpreender com cenas tórridas entre Edward e Bella no finalzinho de Eclipse… Nem conto! ahahahha

Meu doce vampiro

Agora é oficial: fiquei viciada em Twilight! Há muito tempo eu não ficava vidrada em uma leitura como estou agora. Ontem pela manhã resolvi finalmente começar a ler o primeiro livro da Saga, com o vampiro gostosão e romântico Edward Cullen. Resultado? Não consigo desgrudar! Ontem fiquei mais de três horas seguidas lendo na cama quando acordei, saí com as crianças sem parar de pensar no livro, voltei às 17h, fui direto pra cama ler e, quando vi, já passava das 23h!!!

Hoje de manhã me controlei e li só por uma hora, desci pra brincar com as crianças, mas fugi quando eles dormiram depois do almoço e fiquei até agora, quando já passa das 17h. De ontem para hoje já li mais de 35o páginas! E melhor parte ainda está para vir: estou lendo em inglês, o que, pelo que me parece, me dá a chance de ler o estilo original da escritora, sem influência de tradução. Tô amando a experiência e pretendo adotar mais vezes!

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Yes he can

E, felizmente, eu vivi para ver George W. Bush ser levado ao ostracismo por um democrata, negro, jovem e com curta carreira política. Hoje é um dia histórico para os EUA e o mundo. Apesar da pedreira que tem pela frente, Barack Obama mostrou a todos que, sim, nós podemos.

A pensar:

1) O voto não é obrigatório nos EUA. Mesmo assim, em um momento crítico, os americanos foram às urnas, diferente do que fizeram em momentos anteriores, enfrentaram filas de até 5 horas e deram o seu recado: eles – e o mundo – precisam de mudança. No Rio, em um momento também delicado para nós, funcionários públicos aproveitaram o feriadão e deixaram de votar. Com índice de abstinência de 20%, eles também fizeram a diferença. Só que para pior.

2) Nosso sistema eleitoral fica a anos luz de distância do americano. Mais moderno, transparente, eficiente. Em poucas horas após o fim da votação, sabemos os resultados, praticamente em tempo real. Eles também precisam aprender com a gente.

3) Apesar de eu ter algumas restrições sobre os americanos, uma coisa não podemos negar: noção de cidadania e patriotismo eles têm de sobra. Idosos, mulheres com crianças no colo, adolescentes, deficientes… todos fizeram sua parte. E depois continuam fazendo, ao cobrar de quem elegeram.

Confesso que ontem à noite, acompanhando a fantástica cobertura da CNN fiquei com uma pontinha de inveja de todo aquele sentimento de mudança que os americanos vivenciam nesse momento. Pessoas na rua, à noite, no frio, reunidas para acompanhar os resultados e ouvir o discurso da vitória. Me lembrou um certo outubro de 2002…

PS: Ficou provado que por trás de um grande homem há sempre uma grande mulher… rs

Boca no trombone

Esse final de semana que passou, fiquei tão, tão, tão estressada com o barulho ensurdecedor do funk que vinha do morro perto de casa que liguei pra polícia! O resultado foi tão ridículo que eu não resisti: mandei na mesma hora um email para o Jornal O Globo. E hoje eu sou blogueira por lá. Quer participar da discussão? Dá um pulinho lá!

Orgulho de ser tricolor

 

Ufa! Hoje estou só o pó da rabiola! Ontem fui pro Maracanã assistir à final da Copa Libertadores e só cheguei em cada às 2h! Não tenho nenhuma voz hoje. Faço um esforço danaaaaaado pra falar. Minha voz tá igualzinha recepcionista de motel, suuuper sexy! ahahahaha

E o jogo foi sensacional! Eu já tinha ido a outras finais do Flu no Maraca, mas igual a essa eu nunca tinha visto. Absolutamente lotado, ficamos as quatro horas de pé, porque não cabia uma alma sentada. Chegamos à 21h, o jogo acabou à 1h30.

Mesmo o resultado não tendo sido o que eu queria (óbvio!), eu curti demais! A emoção de ver aquele estádio GIGANTE lotado, todo mundo cantando, gritando não tem preço. Quando o time do Flu entrou em campo, a noite virou dia! Váááários fogos verde e vermelho estouraram na cúpula do estádio, lá no alto, um verdadeiro show! E a torcida deixou rojões nas cadeiras em lugares estratégicos, as pessoas que sentaram lá foram avisadas pra acender na hora que o time entrasse. E ficou MARAVILHOSO! O nome Fluminense acesso em luzes verdes e vermelhas… Lindo e emocionante!

Eu gosto muito de futebol, mas não sou torcedora fanática. Não choro porque meu time perdeu, nem me descabelo. É óbvio que dá uma super decepção ver um jogão daquele, o time recuperar um resultado super adverso e empatar a disputa, e depois perder nos pênaltis.

Pior ainda é ver claramente um juiz omisso, que tomou decisões erradas que mudaram o destino do jogo. Lá da arquibancada a gente queria morrer vendo ele não marcar um pênalti CLARO, bem do lado que estávamos. Também marcou um impedimento que não existia em um lance com alta chance de gol. Isso sem contar o time murrinhento e catimbento do LDU, equatorianos “duzinfernos” que levavam hoooooooras pra colocar a bola em campo. Principalmente aquele goleiro. O juiz não o repreendeu uma única vez! Surreal… Tinha que ser argentino, né? Ô povinho recalcado!

Mas, tirando isso, posso dizer que tenho mais uma ótima memória pra guardar! Passei um tempo divertido com meus primos Nando e Aninha, que pouco vejo, gritei, xinguei, pulei, renovei energias. E, apesar das piadinhas dos Flamenguistas recalcados, que só ganham bingo em quermesse hoje em dia, posso dizer que estou MUITO orgulhosa do meu time.

Como diz a torcida: “É por isso que eu canto, que eu visto esse manto, orgulho de ser TRICOLOR”! :clap:

PS: Difícil foi explicar pro Rafinha que o “Nense” perdeu, mesmo tendo feito três gols! ahahahah Ele assistiu o primeiro tempo inteirinho com o pai, me procurando na TV!