#momentoenfermaria

Uia que desde sexta-feira passada essa casa virou a filial da farmácia! Tudo começou com uma ligação da escola na hora do almoço, me avisando que Rafa estava com febre. E lá foi a mãe sair cedo do trabalho pra resgatar o filho. Passou o resto do dia bem, mas o febrão derrubou meu moleque à noite. E passou o sábado entre indas e vindas, que chegavam a 39,1ºC. Domingo eu achei que estava melhorando, até que, no início da noite, a coisa degringolou. E vi Rafinha prostrado no sofá, recusando convite do amigo Miguel para brincar e jogar Club Penguin no computador. Foi aí que pensei: se negando a jogar videogame? Hora de ir pra emergência! rs

Nessas horas, como sempre, a gente apela pra nossa mãe, né? Deixei Juju com o Dani e fui com a Vovoginha para a emergência do Quinta d´Or (que super recomendo). Menino com febrão de quase 39,5ºC. Como já sou mãe escolada, esperei as tais 72 horas de febre para apelar para o médico. E dito e feito: ao examinar a garganta do moleque a médica confirmou uma amidalite. Resultado? 10 dias de antibiótico e repouso. Quando saímos de lá, já passando das 22h, o menino estava mais espertinho e sem febre.

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Vida de executivos

Bem, se a vida dos pais fica (mais) corrida, que o diga a das crianças, certo? A psicóloga da escola brinca falando que as crianças do horário integral têm vida de executivos. E não deixa de ser… Agora que tenho precisado lançar mão da brinquedoteca no fim do dia já que não consigo mais sair às 17h para pegá-los como nos últimos anos, aí que a coisa pega. Deixo Rafa e Juju na escola por volta das 8h e pego por volta das 18h, 18h30. É aí que começo a me perguntar até onde isso é bom e, mais, que outra alternativa eu tenho.

No momento, minha grande certeza é que a opção do integral foi a melhor que eu fiz na vida de mãe nos últimos anos. Depois de muitos perrengues com babás, que vocês todas acompanharam por aqui, saber que não dependo de ninguém de manhã pra sair pra trabalhar é uma sensação muito boa. E, melhor ainda é ter a certeza que as crianças estão sendo cuidadas e acompanhadas por profissionais preparados. Sem contar que têm natação, inglês e, no caso do Rafa, reforço e acompanhamento pra fazer as lições de casa.

Por outro lado, dá peninha dos bichinhos que não ficam assistindo desenho na poltrona, não abrem a geladeira pra pegar iogurte ou se esticam na cama com preguiça por mais algumas horinhas de manhã. Complicado… Mas não se pode ter tudo, né? Eu e Dani andamos conversando sobre a possibilidade de mudarmos o esquema no ano que vem. Então, veio o sinal de que é melhor não mexer no que está dando certo: minha faxineira me disse essa semana que está grávida. Imagina se eu tivesse tirado a galera do horário integral pra ficar com ela de manhã?

Reforcei minha observação na reação deles, no cansaço, na vontade de ficar em casa (apesar deles me perguntarem no sábado quando voltam pra escola). E vou esperar que essa minha correria diminua e eu possa colocar em prática o que queria quando decidi mudar de vida profissional: ser dona do meu tempo e conseguir, vez ou outra, dar uma folga pra mim – e pra eles!

Notícias do font

Bem, já que estamos todas no mesmo barco, vou atualizar aqui o que tem dado certo e o que não tem funcionado lá essas coisas com Rafinha nessa minha missão de fazer o garoto se comportar melhor…

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Educar dá trabalho

Há alguns dias esse post está pra sair. Mas eu mesma estava digerindo o assunto, pensando, trocando idéias, colocando-as em prática, pra só depois sentar com calma e escrever. Pra mim, além do registro da infância das crianças e da troca com vocês, esse blog tem um outra grande propósito: é escrevendo que eu organizo as idéias na minha cabeça, coloco tudo no lugar, racionalizo e avalio. Digamos que aqui seja o meu divã! ehehehe

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